OS MATERIAIS DO CÍRCULO CARMESIM

 

Série do Merlin Eu Sou

 

SHOUD 11 – Apresentando ADAMUS SAINT GERMAIN, canalizado por Geoffrey Hoppe

 

Apresentado ao Círculo Carmesim
em 7 de agosto de 2021
www.crimsoncircle.com

 

 

 

Eu Sou o que Sou, Adamus of Sovereign Domain e sem muita paciência. [Risadas, inclusive de Adamus] Ah! Isso é pra dar um alerta de como será este Shoud. Olá, querida Linda.

 

LINDA: Ah, sim, certo. Sem paciência.

 

ADAMUS: Paciência. Humm...

 

LINDA: O quê?

 

ADAMUS: Perdeu alguma coisa aqui?

 

LINDA: O que você quer?

 

ADAMUS: Tem...

 

LINDA: O quê?

 

ADAMUS: ... algo faltando aqui?

 

LINDA: Cadê seu café?!

 

ADAMUS: Ahhh!

 

LINDA: Ohhh!

 

ADAMUS: Agora...

 

LINDA: Lá vem o café.

 

ADAMUS: Agora, entendi. [Kerri está trazendo um bolo de aniversário.] É, ah...

 

LINDA: [cantando] Parabéns pra você...

 

ADAMUS: Estou tão...

 

LINDA: [seguindo com o parabéns junto com a plateia]... pra você!

 

ADAMUS: Não mereço isso. [Risadas] Logo quando eu dizia que ia ficar impaciente. [A plateia continua cantando.] Aí, eles cantam. [Kerri leva o bolo até lá e a plateia termina de cantar.] Estão vendo isso, no Clube dos Mestres Ascensos, o que eles estão fazendo? [Aplausos da plateia]

 

LINDA: Oh, mas espere!

 

ADAMUS: Nada pra mim aí em cima.

 

LINDA: Mas espere!

 

ADAMUS: Tive que vir aqui pra baixo pra ter meu aniversário...

 

LINDA: Mas espere!

 

ADAMUS: Sim?

 

LINDA: Também é o aniversário do Geoff, no dia 26. [Ela começa a cantar parabéns pro Geoff, e a plateia acompanha.]

 

ADAMUS: Não, não temos tempo pra isso. Temos muito o que fazer. Não, ele não precisa de parabéns. [Adamus ri enquanto Linda e a plateia seguem cantando.] Obrigado. Obrigado.

 

LINDA: Você merece, amigo. [Aplausos da plateia]

 

ADAMUS: Mas também é aniversário da Vili no dia 23 ou 24. Talvez... [Adamus ri.] Obrigado. Obrigado.

 

KERRI: Quer um pedaço de bolo?

 

ADAMUS: Quero. Na verdade...

 

KERRI: Tem que assoprar as velas.

 

ADAMUS: Bem, se está me pedindo. Tá, fico feliz.

 

KERRI: Assopre bem forte. [Algumas risadas]

 

LINDA: Ohh! [Risadas, quando Adamus tenta soprar as velas algumas vezes.] Ehh! Não são aquelas velas engraçadas, são?

 

LINDA: Não cuspa no bolo.

 

ADAMUS: Ah, tá. Agora, você vai servir bolo pra todo mundo aqui, com toda essa coisa em volta e...

 

Kerri: Não, não.

 

ADAMUS: Certo. Ótimo, ótimo. Tudo bem. Obrigado. Obrigado. Obrigado. Como eu ia dizendo... [Ele suspira quando vê uma vela ainda acesa.] Talvez seja melhor chamarmos Kuthumi pra soprar direito aqui. [Mais risadas]

 

LINDA: Ooh, aqui se faz, aqui se paga! [Ela ri.]

 

ADAMUS: Então, como eu ia dizendo, Adamus, Sovereign Domain, todo o resto, sem muita paciência hoje. Sem muita paciência. Preciso de café.

 

LINDA: Está bem aí.

 

ADAMUS: Vocês devem estar perguntando... Pra começar o dia, vou andar um pouco por aí, porque quero manter a equipe... eu sei, eu percebi... quero manter a equipe aí atrás acordada.

 

LINDA: Ohh!

 

ADAMUS: As energias vão ficar muito pesadas aqui. Não necessariamente farão vocês dormirem... mas bem pesadas. Bom ver você de novo. [Ele fala com uma Shaumbra, que responde: “Obrigada.”] Então, vocês deixam eles ocupados lá atrás.

 

Vamos respirar bem fundo enquanto começamos o dia, enquanto damos prosseguimento a este Shoud. Bom ver muitos de vocês que eu não via há um tempão. Quero dizer, eu via, bem, eu ouvia vocês, é claro, mas não via vocês.

 

Tudo bem aqui atrás? Eu vi vocês fazendo exercício antes de começarmos. O exercício do pessoal das câmeras [mexendo os dedos], se aquecendo para um longo dia com Adamus, relaxando os dedos. Tudo bem, tecnicamente falando, até agora? Ótimo.

 

LINDA: Ooh.

 

ADAMUS: É meio questionável hoje. Muitas energias estranhas. Muitas energias estranhas. Provavelmente, vocês não repararam, repararam? Não.

 

Agora, falamos sobre isso antes, sobre o mundo estar meio louco, mas... Desculpem um instante aqui. Quer uma mordida?

 

LINDA: Não, depois. Está falando do bolo? [Algumas risadas]

 

ADAMUS: Hum. Muito bom. O que está no ar? [A plateia grita: “Fumaça!”] Linda, microfone, por favor. Não tem uma canção que fala sobre isso? Smoke gets in your eyes. (Interpretada pelos The Platters. Em tradução livre: Fumaça em seus olhos.)

 

 

O que Está no Ar?

 

Então, o que está no ar, neste momento? Sintam um instante.

 

KIRSTIE: Tem fumaça no ar.

 

ADAMUS: Tem fumaça no ar. Por que isso?

 

KIRSTIE: Porque Cauldre ficou muito tempo lá fora. Ele estava...

 

ADAMUS: [rindo] Relaxando.

 

KIRSTIE: ... fumando.

 

ADAMUS: Sei, sei. Então, você está dizendo que a fumaça no ar que está cobrindo a maior parte dos Estados Unidos vem disto. [Ele pega no bolso o maço de cigarros.]

 

KIRSTIE: Sim, é tudo por sua causa.

 

ADAMUS: Talvez ele devesse parar. É. Então, tá, tem fumaça no ar, mas vem de...?

 

KIRSTIE: Está vindo do oeste do país, que está queimando.

 

ADAMUS: Oh, certo. Uma coisinha trivial. Tá. O que mais? Entre mais no E. O que mais está acontecendo no planeta neste momento? O que está no ar?

 

KIRSTIE: O nevoeiro da consciência.

 

ADAMUS: Hum. Verdade. Sim, sim. Está ótimo.

 

KIRSTIE: Ou a falta de consciência.

 

ADAMUS: Sim, ótimo. Certo. Obrigado.

 

KIRSTIE: Por nada.

 

ADAMUS: Linda.

 

LINDA: Mais?

 

ADAMUS: O que está no ar? Bem, sim. Esta é minha parte favorita. Senti falta disso. Tantos meses sem poder fazer isso. Saudações, David.

 

DAVID: Saudações!

 

ADAMUS: O que está no ar?

 

DAVID: [cantando] Mudança, mudança, mudança!

 

ADAMUS: Ah, que ótimo! [Risadas] Ótimo. Você canta muito bem. Sim. Que tipo de mudança? Quero dizer, parece que é o mestre do óbvio.

 

DAVID: De A a Z. Tudo.

 

ADAMUS: Tudo. É uma boa resposta. Tudo. Ótimo. Se você fosse medir isso numa escala de um a 10, com um sendo pouca mudança, meio como as coisas têm sido mais ou menos nos últimos dois mil anos, e agora, onde estaríamos neste momento?

 

DAVID: Em cem.

 

ADAMUS: Cem, certo. Não seguir instruções muito bem... [David ri.] De um a 10... típico Shaumbra...

 

DAVID: Isso!

 

ADAMUS: ... se entendem o que quero dizer. Certo, ótimo. Tudo bem. Me dê um exemplo de mudança.

 

DAVID: [pensando] Os humanos agora estão começando a integrar sua divindade.

 

ADAMUS: Talvez. [Adamus ri.]

 

DAVID: Esses são os Shaumbra. Esses são os Shaumbra.

 

ADAMUS: Oh, Shaumbra. Shaumbra, eu aceito. Os humanos?

 

DAVID: Não, esses são os Shaumbra.

 

ADAMUS: Quantos humanos vocês acham que estão realmente começando a integrar sua divindade neste momento, divertidamente, abertamente? Não muitos. É. Os Shaumbra, sim.

 

DAVID: Sim.

 

ADAMUS: Os Shaumbra, sim.

 

DAVID: É.

 

ADAMUS: Ótimo. Obrigado, David.

 

DAVID: Obrigado.

 

ADAMUS: Mais algumas pessoas. O que está no ar? Respirem fundo. Agora, saiam da mente aqui. Não pensem na Linda zanzando por aí com o microfone. Se não querem o microfone, usem máscara, porque ela vai assumir que vocês não se vacinaram. Então, coloquem essa máscara bem rapidinho. Não, ela já sabe quem vocês são.

 

O que está no ar, Tess? Oi! Quanto tempo!

 

TESS: Sim.

 

ADAMUS: Por onde andou?

 

TESS: Por todo lado.

 

ADAMUS: Todo lado! Viajando muito?

 

TESS: Não.

 

ADAMUS: Sim, viajando. Não de avião.

 

TESS: É o que eu ia dizer, não...

 

ADAMUS: De outras formas.

 

TESS: ... fisicamente.

 

ADAMUS: Você anda viajando muito.

 

TESS: Sim, ando.

 

ADAMUS: É. Como andam as coisas por aí?

 

TESS: [suspirando] O humano? No nível da consciência de massa?

 

ADAMUS: Não, você tem estado muito interdimensional, tem feito muitas viagens etéreas.

 

TESS: É mesmo?

 

ADAMUS: É mesmo. Eu vejo você em todas as partes da criação. “Oh, lá está a Tess! Que diabos ela está fazendo aqui?” [Ela ri.]

 

TESS: [sussurrando] Oi, sou eu!

 

ADAMUS: Não, é sério. Verdade. Tem viajado muito.

 

TESS: Tá.

 

ADAMUS: Muitos sonhos estranhos?

 

TESS: Sim.

 

ADAMUS: Sim, sim.

 

TESS: É.

 

ADAMUS: Muitas viagens. O que você está fazendo, tipo, em geral, veja bem, para seu equilíbrio – físico, mental, psíquico, espiritual, seja lá o que for?

 

TESS: Na maior parte, estou realmente, mais do que nunca, me ancorando e realmente me acostumando com o que é a minha energia e como regulá-la, ou navegá-la e descobri-la.

 

ADAMUS: Tendo mais problemas em estar com as outras pessoas?

 

TESS: Mais?

 

ADAMUS: Mais.

 

TESS: Não.

 

ADAMUS: Não dá pra ter mais! [Eles riem.]

 

TESS: Não, eu diria que as águas estão mais calmas pra lidar com o público do que estavam alguns anos atrás.

 

ADAMUS: Ótimo. Certo. Então, o que está no ar?

 

TESS: Ah, tanta coisa – partículas, fumaça, inundação, nevoeiro, incêndio.

 

ADAMUS: Tá, mas agora vamos sentir a consciência.

 

TESS: Uh, mental. Eu diria um desequilíbrio mental.

 

ADAMUS: Desequilíbrio mental.

 

TESS: Eu realmente sinto que tem uma ansiedade por aí.

 

ADAMUS: Certo.

 

TESS: E, então, isso vem para as minhas esferas e eu tenho que... é isso que quero dizer com navegar. A gente aprende rapidamente a deslizar...

 

ADAMUS: Sim. Ótimo.

 

TESS: ... pra dentro e pra fora com a consciência, porque a coisa é pesada e deixa muito fragmento.

 

ADAMUS: Excremento? [Algumas risadas] Fragmento, fragmento. Tudo bem, ótimo. Obrigado.

 

TESS: Tá.

 

ADAMUS: Gostei. Ótimo ver você aqui. Você está fazendo muito essa coisa de Oh-Be-Ahn ultimamente. Não sei se o humano percebe muito isso, mas eu sei que você está. Você está lá fora. É.

 

Iwona, Como está você?

 

IWONA: Estou muito bem, obrigada.

 

ADAMUS: Ótimo.

 

IWONA: Sou grandiosa! [Ela ri.]

 

ADAMUS: Bom ver você novamente. Muito bom.

 

IWONA: Bom ver você.

 

ADAMUS: O que está no ar?

 

IWONA: Bem, o peso da consciência de massa, e o que eu sinto é como se estivesse esticando a dualidade.

 

ADAMUS: Sei.

 

IWONA: Se há inundações numa parte do mundo e incêndios na outra, então, é como se a dualidade estivesse sendo puxada.

 

ADAMUS: Sim, e é uma boa colocação para ressaltar que o clima, o clima, em geral, é moldado, criado pela consciência. Vejam, vocês podem estudar o clima o dia todo e aprender as partes científicas, mas o que realmente afeta o clima no planeta é a consciência. E, teoricamente, no planeta, teoricamente, o clima deveria ser muito ameno, moderado, na maior parte do tempo, não com esses altos e baixos e tudo mais. Isso era muito antigamente. Mas, no momento, deveria ser ameno e não é.

 

IWONA: Não é.

 

ADAMUS: Não. O clima está respondendo à consciência e inclui, pra mim, coisas como esses incêndios florestais, inundações e tudo mais. Qual seria uma das coisas que estão acontecendo em relação ao clima e o planeta, o planeta físico?

 

[Ela pensa.]

 

Pensando demais. Estava aí. Estava aí, mas você pensou demais.

 

IWONA: Bem, como eu mencionei, a dualidade está sendo desafiada neste momento.

 

ADAMUS: Sim. A dualidade está sendo desafia e também, neste momento, como dissemos, Gaia está partindo. Gaia está dizendo: “Certo, humanos. Este lugar é de vocês. Vocês assumem agora.” E muita coisa surge disso aí, e, de certa forma, é caótico, mas, por outro lado, é algo na verdade muito, muito bom porque os humanos estão tendo que prestar atenção ao planeta como nunca antes. E, vejam, considerando tudo, não é um cronograma tão grande os humanos terem que aceitar a responsabilidade por este planeta.

 

Ehh, estou me adiantando aqui, mas não existe planeta em toda a criação em que as entidades que o habitam assumam total responsabilidade por ele. Não há muitos lugares no universo que tenham entidades implantadas, incorporadas, encarnadas numa estrutura física como esta, mas, nos que têm, não existem grupos aprendendo a assumir a responsabilidade pelo planeta, pelo lar deles. É algo fenomenal e todos e todas as coisas estão vendo o que está acontecendo aqui neste momento. É. Ótimo.

 

Por questões de tempo, darei minha resposta. O que está no ar? E sintam. Tess, de fato, já disse. Ansiedade. Acho que, primeiro, você disse desequilíbrio mental, o que é bem verdade, mas há uma tremenda quantidade de ansiedade no planeta neste momento, e está fazendo vocês se sentirem ansiosos, fazendo vocês todos se sentirem ansiosos.

 

O que é ansiedade? Linda, o que é ansiedade? Não que você tenha, mas... [Algumas risadas] Ficar entre Cauldre e mim.

 

LINDA: Intenso desconforto.

 

ADAMUS: Com o quê?

 

LINDA: Qualquer coisa.

 

ADAMUS: Qualquer coisa.

 

LINDA: Coisas que estão além do seu controle.

 

ADAMUS: Certo, a pressuposição de que estão além do seu controle. Tudo bem.

 

LINDA: Certo.

 

ADAMUS: Então, tem essa tremenda sensação de ansiedade em todo lugar do planeta neste momento, e vocês se tornam conscientes dela nas coisas visíveis, que vocês podem sentir e ver, como o clima estranho, fumaça, inundações ou o que for que aconteça. Mas o que está realmente acontecendo, se vocês sentirem – e não fiquem mentais, apenas sintam –, é uma tremenda ansiedade.

 

A ansiedade vem quando as pessoas, os grupos realmente não entendem o que vai acontecer depois. Acho que vocês usam o termo “ficar com o pé atrás”, ficar esperando que algo ruim aconteça, mas sem saber ao certo quando vai acontecer nem o que vai acontecer. Todo mundo sabe, em algum nível, todo humano no planeta sabe que algo está acontecendo no momento, e que não é como antes, não é como as outras coisas. Como David disse, neste momento, numa escala de um a 10, é cem, em termos das mudanças que estão ocorrendo. E, se vocês realmente não entenderem o que está acontecendo, e se realmente não souberem a direção que as coisas estão tomando, o que vem depois – não os detalhes, mas a evolução das coisas –, então, é muito assustador, gera ansiedade.

 

Então, o que acontece é que as pessoas ficam ansiosas e começam a pensar sobre isso, como vocês devem saber: “Por que estou me sentindo assim?” Ou mesmo: “O que estou sentindo? Por que estou me sentindo assim?” E, então, elas tentam corrigir isso com a mente, o que cria um desequilíbrio mental lá, porque tentam entender com a mente e a resposta não está na mente. A resposta está lá, mas não está aqui [apontando para a cabeça].

 

Então, elas ficam ansiosas. A ansiedade traz falta de ar. A ansiedade traz muitas coisas como ter insônia, beber demais, fumar muita maconha. As pessoas tentam controlar, lidar com a ansiedade de forma estranha. Algumas fazem isso de algumas maneiras que considero bem saudáveis, mentalmente e fisicamente: saindo pra caminhar, se afastando das pessoas por um tempo, saindo da cabeça, largando toda a lógica de tentar entender.

 

E, Shaumbra, vocês são especialistas nisso. Vocês praticamente inventaram isso. Vocês assumem como sendo algo seu: “O que está errado comigo?” Em vez de dizerem: “O que está acontecendo à minha volta? Eu estou bem. Eu simplesmente estou bem. Mas por que estou sentindo toda essa ansiedade, toda essa estranheza?” E aí vocês diriam: “Ah, tudo bem, porque estamos passando por uma enorme transformação neste momento.” E nunca é demais dizer isso. Não é uma dessas... vocês sabem... previsões de futuro, das coisas que podem acontecer. Vocês estão no meio da coisa. Está acontecendo aqui, agora, e é precisamente por isso que vocês estão aqui.

 

Vocês decidiram estar aqui bem no meio de toda essa ansiedade acontecendo no planeta no momento. Ela não é de vocês. Não, não, realmente não é. Vocês discutem comigo, às vezes. Ficamos argumentando pra lá e pra cá.

 

Tad, você é uma das minhas favoritas. [Algumas risadas] Oh! Como nós argumentamos! E eu particularmente gosto quando é depois de você tomar umas duas taças de vinho – você e eu argumentando nas outras esferas – é vinho espiritual – e você argumenta e fica tão... Gary vai dizer: “Eu sei como é que é.” [Gary concorda com a cabeça.] Uh huh! Uh huh! E eu gosto porque você fica agressiva, fica incontrolável. Vocês não vão se contentar com nada além do que vocês vieram fazer aqui. Vocês não vão ser empurrados pro lado nem vão se distrair, mas, nossa, você argumenta sobre as coisas! E uma das coisas que você argumenta comigo é sobre o que está errado com você. E eu digo: “Tad, não tem nada errado com você, além do fato de você ficar se perguntando o que está errado com você.”

 

“Bem, tem algo errado comigo, porque, se não tivesse, minha vida seria...” E acontece que não tem nada errado com você. Quando você aceitar isso e sossegar, você ficará bem, e Gary ficará muito melhor. [Mais risadas quando Gary concorda.] Namasté, Irmão. [Adamus ri.] Isso não vale vinte dólares, vale cem dólares! [Mais risadas]

 

Então, tem essa tremenda ansiedade. Podem parar um instante e perceber, por favor, que não é com vocês. Realmente não é. Vocês assumem isso. Vocês sentem. Vocês captam. Vocês ficam ansiosos. Vocês ficam todos estressados e esquisitos. Estamos no lugar certo, no momento certo. O planeta está onde tem que estar. Vou viver... não posso morrer, então, vou viver e o que for... afirmando que tudo está do jeito que deveria estar no momento. Estamos dentro do planejado, um pouquinho adiantados na verdade, para o planeta.

 

Agora, existem maneiras e maneiras de se fazer as coisas, mas os humanos tendem a escolher, muitas vezes, a do sofrimento. Não quero falar de sofrimento hoje. Tenho que falar de outras coisas, e essa não é uma delas. [Algumas risadas] Mas uma das coisas que eu gostaria de fazer com os Shaumbra que seguirão em frente depois de hoje, se chegarmos tão longe...

 

LINDA: Vai chegar a esse ponto?

 

ADAMUS: Sim, sim. Vai. Fiz meu aquecimento recentemente, minha preparação, e agora estou pronto para a coisa de fato.

 

Uma das coisas que vamos fazer é... Nós... [Adamus suspira.] Depende de vocês, mas é hora de todo esse conceito de sofrimento no planeta mudar. É desnecessário, mas está entranhado profundamente. Toda vez que vocês passam por uma igreja e veem meu amigo pendurado lá... [Risadas] Se sabem o que eu quero dizer... é um lembrete pra todo mundo: “Sofram! Sofram! Sofram!” É assim que passou a ser no planeta, e o que meio que me incomoda é que as pessoas tenham aceitado esse sofrimento. Elas dizem: “Bem, é assim que é – isso é ser um humano.” Não! Não, não é assim. E essa é uma das coisas que faremos na nossa nova série, que, aparentemente, já tem um nome divulgado: Série da Arte de Ficar no Banco. Nós vamos ficar no banco e sem agenda, mas uma das coisas será brilhar nossa luz para o sofrimento em si, bem para o meio do sofrimento, para as entranhas dessa coisa chamada sofrimento. Brilhar a luz e liberar a coisa. Por que sofrer? Quem escolheria...?

 

Então, vocês tinham esta lousa totalmente em branco e disseram: “O que eu gostaria de fazer? Vou pra esse planeta Terra. Vou assumir um corpo físico.” Bem, esse é o sofrimento número um. [Algumas risadas] Lembrem-se disso da próxima vez que criarem um planeta. [Mais risadas] Mas por que o elemento do sofrimento? É desnecessário. É uma das coisas que podemos esperar na nova série. Mas, voltando ao ponto...

 

A ansiedade está em todo lugar, e não vai diminuir. E as pessoas... como Tess disse, desequilíbrio mental... elas vão começar a realmente pirar. Tudo até agora foi um aquecimento, uma preparação para a coisa ficar realmente louca...

 

LINDA: Ooh!

 

ADAMUS: ... no planeta. Bem, é verdade. Vocês vão ver isso ao redor. Mas, por favor, lembrem, enquanto entramos na próxima série e vocês ficam sentados no seu banco de praça: “Uau, estamos bem onde deveríamos estar.” As velhas coisas estão sendo abaladas. A COVID está fazendo um trabalho brilhante de sacudir as coisas nos níveis mais profundos. Tudo está sendo mexido. Vocês não têm nada com que se preocupar, e vou assegurar isso, se eu tiver que dar chutes em traseiros de verdade, aqui, hoje, o que farei.

 

LINDA: E isso vai ajudar com a nossa ansiedade? [Risadas]

 

ADAMUS: Com certeza! Com certeza! [Adamus ri.] Tão pessimista você, Linda! Não dá pra transformar isso em algo bom? “Obrigado, Adamus, por chegar e assegurar que vamos ser saudáveis, abundantes e sábios.”

 

LINDA: Ou você vai chutar nosso traseiro.

 

ADAMUS: Nem hoje, nem depois.

 

LINDA: Oh, oh, oh.

 

ADAMUS: Tá, só hoje.

 

Tudo bem. Então, a pergunta antes de prosseguirmos. Tem essa tremenda ansiedade no planeta. Vocês podem, por favor, parar um instante e perceber que ela não é de vocês? Realmente não é. Vocês têm outras ansiedades de vocês, mas elas são bem menores. Ansiedade de “como eu...?” Bem, farei isso quando chutar seus traseiros mais tarde.

 

 

Qual É Seu Refúgio?

 

Então, qual é seu refúgio? Qual é seu refúgio? Qual é, pra vocês, como Shaumbra, todos vocês, qual é seu refúgio neste momento? O que vocês fazem? Vocês têm tudo isso acontecendo ao redor, o que vocês fazem? Microfone, Linda, enquanto eu como mais bolo.

 

LINDA: Eu durmo.

 

ADAMUS: Hum. Isto é bom [falando do bolo], muito bom para um rei. Hum. Hum. O que você faz, Vince? Como você faz pra aguentar?

 

VINCE: Eu me retiro.

 

ADAMUS: Você se retira, certo.

 

VINCE: E tento criar minha parede do silêncio.

 

ADAMUS: Certo. Ótimo. Ótimo. E isso é eficaz?

 

VINCE: Funciona.

 

ADAMUS: Tá.

 

VINCE: Mas não vai além disso muito bem, ainda.

 

ADAMUS: Não vai além disso pra onde?

 

VINCE: Pro futuro, pra se juntar ao mundo novamente.

 

ADAMUS: Se juntar ao mundo. Certo. Você vai se juntar ao mundo novamente?

 

VINCE: Estou tentando evitar isso. [Risadas]

 

ADAMUS: É um conceito realmente interessante. Vocês vão se juntar ao mundo novamente? Vocês vão voltar para o mundo de onde vieram? Alguém? Não. Não. Vocês realmente não vão. E acho que é meio triste, mas não vão realmente. Eu ficaria muito triste se vocês dissessem que têm que voltar. Vocês ficarão muito conscientes dos humanos e do planeta. Vocês ficarão muito, muito conscientes. Mas não é que vão voltar e se juntar a eles. Eles vão se juntar a vocês. Não, mas, não, isso é bom. Ela ficou: “Por favor, não! Os filhos vão voltar pra casa! Não! Isso não!” [Mais risadas]

 

É mais ou menos como Deus, vejam bem. Vocês não têm que voltar pra casa, pro Espírito. O Espírito vem até vocês, bem aqui, neste planeta, bem onde vocês estão. É meio assim: vocês não vão voltar para a humanidade. Pra fazer o quê? Não. Um por um, centenas, depois milhares, talvez milhões, vão se juntar a vocês neste próximo nível, que vou chamar de nível Nova Terra na velha Terra. Eles vão se juntar a vocês aqui e vão perceber, depois de terem criticado vocês por tanto tempo, que tem alguma coisa acontecendo aí. Então, eles virão até vocês.

 

Então, Vince, você aguenta ficando na sua. Tá. Ótimo. Algo mais? Alguma oura recomendação para os Shaumbra?

 

VINCE: Sim. Whisky de centeio.

 

ADAMUS: Whisky de centeio. Certo. Ótimo. Ótimo. Quanto?

 

VINCE: Eh, uma dose.

 

ADAMUS: Pela manhã. Outra ao meio-dia. [Adamus ri.] Ótimo. Certo, Agora, Cauldre realmente quer me parar aqui, mas sinto que é importante. Por sinal, essa coisa de ser politicamente correto e rodear as coisas, vamos parar com isso, vamos ser diretos.

 

Então, sim, na verdade, se eu estivesse no planeta neste momento, eu estaria bebendo, e Cauldre está preocupado que... “Oh, Deus, agora todos os Shaumbra vão sair e ficar bêbados e viciados, indo parar no AA, e...” Não. Bem agora, alguns de vocês estão dizendo: “Eu não devia beber nem fumar maconha.” Ou o que quer que vocês façam. Na verdade, isso não vai fazer vocês voltarem pra trás. De vez em quando, tipo pela manhã, ao meio-dia. [Risadas] Não, sério, de vez em quando, deem a si mesmos um agrado. E não pensem nisso como uma dose do diabo, isso que você disse, whisky de centeio. Não. É mais tipo: “Eu mereço isso. Realmente mereço isso.”

 

E Cauldre está brigando comigo com relação a isso e está dizendo: “Oh! Você está dando permissão.” Não, vocês não precisam de permissão. Vocês vão fazer de qualquer jeito. [Adamus ri.] Agora, curtam, quando fizerem.

 

É difícil. É realmente difícil. E, se tentarem ser santos no planeta, neste momento, de acordo com as diretrizes que não são de vocês, pra começo de conversa, se tentarem ser mais santos do que são, a coisa vai esmagar vocês. Então, desabafem quando precisarem desabafar. Tomem um drink. Fiquem sozinhos ou o que for. Vamos parar e respirar com isso um instante. Vocês merecem, está bem? Vocês merecem. Vocês não vão andar pra trás. Eu não deixarei. Vocês não vão, de repente, se tornar bêbados... eh, talvez... Não, vocês não se tornarão bêbados. [Algumas risadas] De vez em quando, por todo esse trabalho difícil que vocês fazem, vocês precisam se presentear com alguma coisa. Realmente precisam. Realmente precisam, e não se sintam culpados com isso.

 

Então, voltando ao ponto. Qual é o seu refúgio? Como vocês fazem pra aguentar? Mais alguns, Linda.

 

LINDA: Bem aqui.

 

ADAMUS: Sim, olá, Ricki.

 

RICKI [mulher]: Olá.

 

ADAMUS: Quanto tempo. Senti sua falta. Falta de ver você aqui.

 

RICKI: Estou feliz em estar de volta.

 

ADAMUS: Sim.

 

RICKI: É. Eu diria que uso uma combinação de evasiva e distração...

 

ADAMUS: Tá.

 

RICKI: ... até certo ponto. Eu não vejo TV, notícias nem faço nada disso, nem falo com as pessoas sobre nada controverso, porque não quero saber o que elas têm a dizer sobre essas coisas.

 

ADAMUS: Certo. Certo.

 

RICKI: Eu passo um tempo na água. Parece que me ajuda a relaxar e...

 

ADAMUS: Você já pensou em... tipo... simplesmente inventar uma conspiração e ver até onde ela iria? [Ela ri.]

 

RICKI: Ela decolaria.

 

ADAMUS: Vocês sabem, vejam o quão crédulos os humanos realmente são.

 

RICKI: Sim. Sim.

 

ADAMUS: E vocês citam fontes confiáveis, que realmente não existem.

 

RICKI: É.

 

ADAMUS: E vocês divulgam e falam de todas essas pessoas no mundo afora que fazem parte disso. Na verdade, é um humor meio doentio, mas é fascinante, se fizerem isso do ponto de vista de um pesquisador e descobrirem, vejam bem, como simplesmente as pessoas... e neste momento, mais do que nunca, elas estão se apegando a qualquer coisa. A qualquer coisa.

 

RICKI: Sim, as coisas incríveis que ouvimos...

 

ADAMUS: E alguns Shaumbra.

 

RICKI: ... pessoas inteligentes dizerem em que acreditam.

 

ADAMUS: Alguns Shaumbra – câmera aqui, por favor –, alguns Shaumbra. E eu vou chutar o traseiro de vocês neste momento, se eu ouvir mais alguma dessa porcariada de conspiração, e ouvir mais alguma coisa assim: “Adamus está promovendo vacinas – ou não promovendo, ou o que for.” Não quero mais ouvir sobre isso, jamais. Jamais.

 

LINDA: Que conspiração?

 

ADAMUS: Não existe nenhuma. Os humanos são muito estúpidos para realmente fazerem conspirações. E falo sério. Nos governos, em particular. Não, eles são. A coisa não anda, mas a verdadeira conspiração é que as pessoas são estúpidas o suficiente pra acreditarem em conspirações, pra começo de conversa, e caem nessa e destroem suas vidas – destroem suas vidas – porque elas entram num buraco de ratos. Quando vocês estão num buraco de ratos, é muito difícil sair de lá. Ele seduz vocês, prende vocês, distorce a mente de vocês. Estão fazendo pesquisas, que serão divulgadas daqui a alguns meses, sobre o que acontece com as substâncias químicas e os neurônios na mente quando vocês entram nessa de conspirações. Tem um efeito drástico no cérebro em si, e deixa vocês presos nessa situação.

 

Não tem lugar pra nenhum de vocês que ainda está nessa, brincando com isso, daqui pra frente. O que temos que fazer aqui no planeta está além do que vocês sequer podem imaginar neste momento. Mas, talvez, lá pelo final do dia de hoje, vocês entenderão melhor isso. [Alguém faz “ooh”.] Não vou tolerar nenhum tipo de conspiração. Não é adequado para o trabalho do Círculo Carmesim e dos Shaumbra.

 

Vocês são seres soberanos. Mesmo que os governos, as empresas, os coelhos e os esquilos estivessem conspirando contra vocês... Ah, não, eu ouvi uma noutro dia: a conspiração dos animais. Não importa o que seja, vocês são seres soberanos. Se houvesse conspirações – verdadeiras, não inventadas, mas se realmente houvesse – e daí? E daí? Vocês estão aqui no planeta como seres soberanos. No momento em que vocês entram na conspiração, vocês entram na dualidade, vocês são sugados para a toca do coelho, uma situação surreal, vocês se esquecem do motivo pelo qual estão aqui no planeta neste momento, que não é nada além de estar em sua plena consciência. Só isso. Vamos em frente. E não vou tolerar isso. Vou visitar vocês, deixar vocês sem dormir à noite. Farei qualquer coisa pra que vocês superem isso. É realmente sedutor e muitos de vocês sabem como é. Vocês ficaram meio que presos nessa e... depois chegaram ao melhor de si mesmos. Temos outras coisas pra fazer aqui no planeta.

 

Conspirações... antes de tudo, o que é uma conspiração? Quero dizer, a consciência de massa é uma conspiração em si. Vejam, é um senso comum, é um acordo mútuo e, sim, vocês são sugados pra ela, mas, depois, vocês começam a aprender que... “Ei, não preciso ser assim.”

 

Desculpe, Ricki, estou me estendendo aqui. É um aquecimento para o que vem depois.

 

LINDA: Oh, nossa. [Algumas risadas]

 

ADAMUS: Conspirações. O quê? Dinheiro é conspiração? [Alguém diz que não.] Dinheiro é uma forma de troca de energia. E é claro que existem pessoas que são corruptas, que fazem coisas ruins com ele, mas isso não é uma conspiração. Existe conspiração médica, farmacêutica? Não, é só ganância, às vezes. [Algumas risadas] Eles não ficam sentados em salas secretas dizendo: “Vamos desenvolver uma conspiração.” É assim: “Quanto dinheiro nós podemos fazer? Qual é o resultado financeiro? Tivemos lucro ou perda neste trimestre? E os acionistas? E eu?”

 

Essas coisas são conspirações? Não, é a natureza humana. Não se apeguem a isso. Temos muito que fazer. Voltando ao ponto. Onde eu estava?

 

Qual é seu refúgio? Seu refúgio é me escutar. Isso vai distrair até um cavalo. [Mais risadas] Mais alguma coisa, Ricki?

 

RICKI: Eu diria ficar com as crianças. Eu brinco com meus netos.

 

ADAMUS: Ótimo.

 

RICKI: E eu acho que essa é uma das melhores distrações que há.

 

ADAMUS: Mas netos não são conspirações? [Algumas risadas]

 

RICKI: Não! Nunca. 

 

ADAMUS: [rindo] Estão vendo, eu disse logo de cara que não estou com paciência hoje, e essa coisa de conspirações é só... não é pra isso que estamos aqui no planeta. Não é. Então, sigam além delas. Sim, obrigado.

 

RICKI: Obrigada.

 

ADAMUS: Obrigado. Certo, mais dois. Qual é seu refúgio?

 

LINDA: Certo.

 

ADAMUS: Como vocês fazem pra aguentar tudo isso que está acontecendo?

 

LINDA: Oh, meu Deus. Alguém levantou a mão! [Linda ri.]

 

ADAMUS: Alguém realmente levantou a mão. É porque precisa ir ao banheiro, Linda. [Algumas risadas] Sim, e não se importem comigo comendo meu bolo.

 

STEPHANIE: Eu dirijo um carro muito rápido…

 

ADAMUS: De que tipo?

 

STEPHANIE: … e coloco música muito alta. Um Corvette conversível.

 

ADAMUS: Uau.

 

STEPHANIE: Sim.

 

ADAMUS: Linda falou hoje sobre ter um.

 

STEPHANIE: Tenha!

 

ADAMUS: Sim.

 

STEPHANIE: Tenha.

 

LINDA: Um vermelho.

 

STEPHANIE: Bem, qualquer um!

 

ADAMUS: Ela tem que arranjar um advogado se tiver um, por causa das multas por excesso de velocidade. [Algumas risadas] Então, você sai e...

 

STEPHANIE: Eu entro na vida. Eu adoro a vida.

 

ADAMUS: O resto que se dane. É.

 

STEPHANIE: Eu adoro a vida.

 

ADAMUS: Sei. Você recebe muitas multas por excesso de velocidade?

 

STEPHANIE: Até que não. Eu tenho um detector de radar que já vê lá adiante...

 

ADAMUS: Oh, ótimo, ótimo.

 

STEPHANIE: ... por isso não recebo multas pelo caminho.

 

ADAMUS: Sei. Então, quando você vai me levar pra dar uma volta?

 

STEPHANIE: Oh, por favor, quantas vezes você esteve no meu carro?

 

ADAMUS: Bem, quero dizer, algumas, mas você me assustou como o diabo, pra ser bem sincero! [Eles riem.] E olha que nem estou num corpo físico!

 

STEPHANIE: [Eles riem.] Caríssimo irmão!

 

ADAMUS: Ótimo. Então, essa é uma ótima forma de soprar as energias.

 

STEPHANIE: Sim, isso e a natureza. Não sei o que eu faria sem ela.

 

ADAMUS: Você leva seu Corvette para a natureza?

 

STEPHANIE: Claro que sim, com minha vara de pescar.

 

ADAMUS: Ah, claro, claro.

 

STEPHANIE: Veja, e eu vou correndo, e não preciso mais ficar meses sozinha. Eu vivia numa família. Tudo isso mudou e é uma beleza.

 

ADAMUS: Tem uma bela metáfora aí. A coisa é bem simbólica e poética. Então, você segue estrada afora, sozinha, num veículo rápido.

 

STEPHANIE: De cima a baixo.

 

ADAMUS: Não tem que tolerar todas as regras humanas. De cima abaixo, você fica na natureza.

 

STEPHANIE: Exato.

 

ADAMUS: Isso é muito bom.

 

STEPHANIE: Funciona.

 

ADAMUS: Sim. Sim.

 

STEPHANIE: E a comida é muito boa. Às vezes, jujubas. Ou meias esquisitas. Veja, é só...

 

ADAMUS: Ei, espere um pouco. [Ela ri.] Não estou ligando os pontos aqui. Jujubas e meias.

 

STEPHANIE: Tá, tipo comidas esquisitas ou...

 

ADAMUS: Comidas esquisitas.

 

STEPHANIE: ... saborosas...

 

ADAMUS: Suas meias são comida boa?

 

STEPHANIE: Não, mas uso meias mágicas, tipo, encontre um local no planeta.

 

ADAMUS: Tá, claro. E jujubas.

 

STEPHANIE: E jujubas, sim.

 

ADAMUS: Vou experimentar no mês que vem...

 

STEPHANIE: Experimente!

 

ADAMUS: ... se eu pedir à Kerri que tenha algumas jujubas à mão. [Eles riem.] Ótimo.

 

STEPHANIE: Então, eu faço um monte de coisas pra adorar isto aqui.

 

ADAMUS: Ótimo. Obrigado.

 

STEPHANIE: Não tenho muita certeza quanto a isto aqui, porque não sou muito boa com a coisa humana.

 

ADAMUS: Eh, sei, está aprendendo.

 

Então... pra aguentar. Chega, Linda. Obrigado. Aguentar.

 

LINDA: Mais um?

 

ADAMUS: Não.

 

LINDA: Você disse dois.

 

ADAMUS: Não, não disse.

 

LINDA: Sim, disse. E essa foi um e tem o dois.

 

ADAMUS: Vá em frente, então. Sim?

 

REHAN: Como eu aguento?

 

ADAMUS: Sim.

 

REHAN: Eu concordo com a Shaumbra aqui: dirigindo um carrão.

 

ADAMUS: Sim.

 

REHAN: Um belo vinho francês, uma bela comida, pato com laranja.

 

ADAMUS: Sei.

 

REHAN: Adoro ler. Eu leio muito livro nerd de Star Wars (Guerra nas Estrelas), Star Trek (Jornada nas Estrelas), e adoro.

 

ADAMUS: Ótimo.

 

REHAN: Desisti de ler autobiografias e tudo isso.

 

ADAMUS: Nós vamos falar de Star Wars hoje.

 

REHAN: Oh, que ótimo!

 

LINDA: Ooh!

 

ADAMUS: Eu só estou... isto é um aquecimento. [Eles riem.] Então, vamos falar sobre isso. Ótimo.

 

REHAN: E simplesmente fazer o que eu quero, não o que eu deveria fazer.

 

ADAMUS: Então, que profissão você exerce?

 

REHAN: Sou advogado.

 

ADAMUS: Você é advogado.

 

REHAN: Sim. Posso ajudar você com as multas por excesso de velocidade.

 

LINDA: [rindo] Vou me lembrar disso! Whooa!

 

ADAMUS: Tad machucou o tornozelo aqui, então, ela precisava de um advogado. Você já falou com ela!

 

REHAN: Bem, não sou esse tipo de advogado. [Eles riem.]

 

ADAMUS: Então, advogado, isso é interessante porque você está bem no meio da consciência de massa, quero dizer, das regras dela.

 

REHAN: Ah, sim. Todo mundo está atuando como humano, como vítima.

 

ADAMUS: Sim. Sim.

 

REHAN: E eu acho que, simplesmente projetando minha energia de Mestre, eu neutralizo a sala. Posso estar lá – bem, nesses dias, é virtualmente, certo? – com...

 

ADAMUS: Certo.

 

REHAN: ... oito pessoas numa reunião que eu desarmo todas elas, sem problema. Fiz isso noutro dia.

 

ADAMUS: Você já sentiu os joguinhos que elas fazem?

 

REHAN: Ah, sim. Com certeza.

 

ADAMUS: Porque ficar em volta de uma mesa de advogados é intenso.

 

REHAN: Com certeza, mas dá pra ler as pistas não verbais.

 

ADAMUS: Exatamente.

 

REHAN: Dá pra sentir as energias.

 

ADAMUS: Exatamente.

 

REHAN: E eu fico bem com isso. Eu me divirto agora.

 

ADAMUS: Sim. Ótimo. Obrigado. E algumas coisas que você mencionou sobre encontrar refúgio, repetindo, fazem parte de mimar a si próprio.

 

REHAN: Sim.

 

ADAMUS: Ter uma boa refeição, uma boa taça de vinho, uma caminhada no parque, um carro rápido pra dirigir, seja o que for. Por favor, se presenteiem com essas coisas. Não sintam nem um pingo de culpa por isso. Vocês vão precisar dessas coisas. Ótimo. Obrigado.

 

 

Merabh do Refúgio

 

Aguentar. São muitas as maneiras para aguentar. Vocês podem fazer muitas coisas diferentes. Mas uma coisa que eu gostaria de lembrar a vocês aqui, nesse... vamos colocar música, fazer um breve merabh e outro mais tarde... mas eu gostaria que vocês lembrassem dessa coisa muito simples, e vamos fazer isso com música.

 

[A música começa.]

 

É muito fácil ficar nesse jogo da mente de “O que eu deveria estar fazendo?” E vocês sabem como é essa luta mental. Vocês tentam justificar ou racionalizar as coisas. Não funciona.

 

É a sua conspiração pessoal. Ela leva vocês pra dentro do seu próprio buraco de ratos. Vocês começam a pensar: “Por que isso aconteceu? Por que aquilo aconteceu? Estou me sentindo terrivelmente estressado, o que posso fazer?”

 

Vocês ficam acordados à noite, se debatendo e dando voltas, se preocupando, assimilando a ansiedade que está em todo canto. A coisa é densa como a fumaça aqui, hoje. E não vai levar vocês a lugar nenhum.

 

Como eu disse, eu chamo de conspiração pessoal: “O que está errado comigo?” Digo, essa é uma grande conspiração pessoal. E, depois, vocês entram cada vez mais fundo em suas próprias teorias da conspiração e jamais chegam realmente a lugar algum, assim como os conspiradores não chegam. Isso nunca leva a lugar nenhum.

 

Então, o que vocês fazem? Vocês respiram fundo e percebem, antes de tudo, “Eu Sou o que Sou. Eu Existo.”

 

E, depois, sem pensar, mas sentindo, lembrem-se de que tudo que vocês estão vivenciando neste momento é natural. É tudo natural.

 

Vocês não podem, nem deveriam, pensar numa forma de sair disso. Vocês não devem construir pontes falsas neste momento. Uma ponte falsa é vocês tentarem racionalizar tudo e tentarem dar sentido às coisas, dizendo: “Preciso construir uma ponte que vai daqui até ali.” E, depois, vocês vão precisar de outra de lá até aqui. E, muito em breve, vocês estarão construindo pontes falsas pra todo lado. Elas não levam vocês a lugar nenhum.

 

Todas essas pontes falsas só trazem vocês de volta para onde vocês estão neste momento. Isso é uma boa coisa provavelmente, porque as pontes falsas, de certo modo, dizem a vocês que a coisa está bem aqui, agora.

 

Vocês estão exatamente onde deveriam estar.

 

E a mente pula: “Ah, mas e isso? E... aquilo?” Tudo bem. Falaremos sobre daqui a pouquinho, mas vocês estão exatamente onde deveriam estar. E, quando puderem aceitar isso, vocês vão respirar fundo... e isso não é um jogo da mente, é uma aceitação ou um Permitir... vocês respiram fundo. Uau!

 

E, então, o incrível é: “Apesar de mim mesmo, como eu cheguei aqui? Digo, como eu cheguei exatamente aonde eu deveria estar, exatamente aonde eu queria estar? Com todas as autoconspirações e todas as distrações externas, como é possível eu ter aterrissado exatamente onde eu deveria aterrissar?”

 

Vou explicar isso daqui a pouco. Mas, agora, respirem fundo e percebam que isso tudo é natural, e vocês tiveram uma orientação maravilhosa chamada Mestre, a alma. E eu sei que vocês realmente ainda não entendem muito bem como se comunicar de fato com essa parte do Eu, mas, da outra forma, vocês realmente se comunicam. Há uma comunicação acontecendo o tempo todo. Não é com palavras humanas, linguagens humanas, mas tem essa comunicação.

 

O refúgio é simplesmente parar um instante, como isto aqui, e dizer: “Uau! Isso é tudo natural. Não tenho que me esforçar. Não tenho que lutar. Não tenho que construir essas pontes falsas. Está tudo bem aqui.”

 

Assim é a verdadeira confiança. Assim é o verdadeiro Permitir. Porque vocês estão nessa posição de perceber que não precisam se esforçar. Isto é uma ponte falsa: “Tenho que me esforçar. Tenho que entender. Estou sozinho. Tenho que me preocupar com o amanhã.” Não, não têm. Era assim com o velho eu. Não é mais.

 

Trata-se de simplesmente respirar fundo e sorrir pra si mesmo: “Apesar de mim, apesar de todas as minhas fraquezas, estou bem aqui – diabos! –, bem onde eu deveria estar. Como isso sequer é possível?” Vou explicar daqui a pouco, mas como isso sequer é possível? Como vocês chegaram até aqui? Apesar de todas as coisas doidas que vocês fizeram, todas as preocupações e todas as falsidades e joguinhos, vocês chegaram até aqui.

 

Então, esse é o refúgio de vocês: simplesmente parar um instante, ou dirigir a 100 quilômetros por hora, não importa, mas percebendo que vocês não precisam se esforçar.

 

Vocês chegaram aqui e isso é que é importante. Parem de se perguntar o que está errado com vocês. O que está errado com vocês é que vocês se acostumaram demais em ficar construindo essas pontes que vocês achavam que era o que deveriam fazer. Vocês percebem que não precisam construir ponte alguma.

 

Vamos respirar fundo. Seu refúgio é... vocês. É a parte natural e bela de vocês.

 

Respirem bem fundo e... vamos comer bolo. Hum. Muito bom. Cauldre fica todo... “Oh, o açúcar! Você vai...” Vejam, não. Digo, é energia. Está fluindo pelo meu corpo. Estou agindo de modo diferente ou estranho – açúcar e café? [Adamus ri.] Tudo certo.

 

 

Star Wars e as Origens da Terra

 

Vamos seguir para a próxima etapa. Star Wars. Você gosta de Star Wars?

 

REHAN: Sim.

 

ADAMUS: Sim! Sim! George Lucas, brilhante em todos os Star Wars. De que parte de Star Wars você gostou mais?

 

REHAN: Acho que dos episódios quatro, cinco e seis.

 

ADAMUS: Quatro, cinco e seis.

 

REHAN: E o número um.

 

ADAMUS: Sim, o um. É. E, depois, eles comercializaram um pouco a coisa, mas ainda assim tem seu lado bom.

 

Vou ressaltar uma coisa interessante. Em Star Wars, aquela introdução. Como era aquela introdução que ficou tão popular agora que faz parte do léxico humano? [A plateia começa a falar baixinho.] Estão murmurando. “Há muito tempo, em uma galáxia muito, muito distante...” Há muito tempo... Essa é a chave.

 

Então, a maioria das pessoas meio que não percebeu, acho eu. Então, vocês veem essas espaçonaves viajando e as colônias espaciais flutuando lá, e vocês pensam: “Bom, isso é no futuro.” Oh, não, meus amigos. É no passado. É de onde vocês vieram. É de onde vocês vieram.

 

Antes deste lugar da Terra sequer existir realmente, havia vida, pode-se dizer, num lugar entre a esfera física e a esfera etérea. Ainda não era cristalizada como é aqui. Na verdade, foi na Terra em si, neste planeta, que a vida como vocês a conhecem, com a sua biologia, se tornou cristalizada.

 

Havia esferas por aí aonde vocês iam... essas colônias espaciais... e a mente pulava e pensava na matéria dura como vocês têm agora. Ficava num ponto intermediário, num ponto entre a biologia e o corpo de luz, num ponto entre uma parede como esta, assim, dura, e nenhuma parede.

 

Peço que vocês sintam isso um instante. Antes de sequer virem pra este planeta, a vida existia. Não era tudo só um pedaço tênue e etéreo de luz, sem valor. Era o começo do que vocês chamam de matéria. O começo da matéria.

 

E esse passado, bem antes de vocês virem para a Terra, esse passado ainda está lá, e ainda está pairando no espaço sideral, nas colônias. E, desde aquela época, muitos e muitos lugares no universo físico ainda estão realmente nascendo agora. Está tudo acontecendo neste momento.

 

Quando vocês realmente se permitirem entrar no æterna, vocês perceberão que está tudo lá, está tudo acontecendo, e não é o que vocês aprenderam sobre evolução. A evolução, basicamente, foi descrita, em parte, corretamente, mas, numa grande parte, erroneamente, com todo o devido respeito a Charles Darwin.

 

Darwin buscava isso de um ponto de vista muito estreito. E, por essa perspectiva, a evolução é brilhante. Ele fala da sobrevivência dos mais aptos. Ele fala de milhões e milhões e milhões de anos do processo evolucionário. Até certo ponto, isso está correto. Mas, num aspecto bem mais amplo, algo fica faltando. Se fosse uma coisa baseada apenas no tempo linear, então, pareceria ser verdade, mas o fato é que realmente não há tempo linear. Ou melhor, há, mas não é tudo que há.

 

Como ressaltei no ProGnost, o tempo está se fragmentando neste momento no planeta. É por isso que as pessoas estão tão ansiosas. Elas estão acostumadas aos padrões do passado, do passado linear, e ele está começando a desmoronar neste momento. Elas vão ter dificuldade para lidar com isso. Vocês não terão, de jeito nenhum. Vocês vão curtir sua vida, percebendo que o tempo é relativamente insignificante, a menos que queiram que ele sirva vocês, percebendo que, neste momento, tem uma parte de vocês que está numa dessas colônias antes da Terra, pairando pelo universo.

 

Seu universo físico é composto de alguns elementos bastante primários. São realmente só 10, mas três deles – apenas três deles – são importantes. Hidrogênio, hélio... Hidrogênio compõe 70% da matéria do universo. Hélio compõe 28, 29%. Oxigênio, menos de um por cento. Assim é a realidade de vocês. Assim é a estrutura que cria tudo no seu universo físico e nos universos semifísicos, nos universos que não são tão cristalizados como aqui.

 

Então, quando sentirem isso... vejam, vocês ficam tão entranhados na vida e tudo mais... vocês olham lá fora, olham aqui dentro, olham todos os lugares, olham as notícias, olham as outras pessoas, tudo é apenas hidrogênio, hélio e um pouquinho de oxigênio, e alguns outros oligoelementos bem menores. Dez no total. Mas esses são os maiores. A realidade é só isso. É muito flexível. Não é tão rígida assim. É muito flexível. É só com isso que vocês estão lidando na realidade física.

 

Agora, esses são elementos da matéria, mas existem outras variáveis aí. Existe uma coisa chamada quanta. Falamos sobre isso no Keahak, mas o quanta é cerca de mil vezes menor, pode-se dizer, do que a estrutura atômica em si. A estrutura atômica já pode ser observada pelos humanos hoje em dia. O quanta ainda não.

 

Então, vocês têm o quanta, que não está realmente no tempo nem no espaço, em absoluto, mas está no tempo e no espaço, de certa forma. Falaremos bem mais sobre isso no Keahak. O ponto é que tudo isso não é linear. Tudo isso não é sólido nem forte. E, neste momento, está tudo mudando muito rapidamente.

 

Tudo bem com a evolução até certo ponto, mas o fato é que vocês vão pegar o tempo flexível agora e toda a teoria da evolução das espécies absoluta e atirar pela janela. Vocês podem transcender a evolução. Vocês podem acelerar a evolução, como está acontecendo no planeta agora mesmo, através da tecnologia. Vocês estão acelerando a evolução num ritmo jamais visto no planeta ou em lugar nenhum da criação. Não existe qualquer outra forma de vida, forma de vida planetária, que vá passar pela rápida mudança do que chamam de evolução, como está acontecendo no planeta agora mesmo, e todo o cosmos está observando o que está acontecendo aqui, agora.

 

Este planeta, do qual vocês zombam às vezes... mas este planeta é o planeta onde o amor foi primeiramente vivenciado. Este planeta é um planeta onde a vida se tornou cristalizada; ela se entranhou no planeta. Outros, neste momento... eles não são realmente planetas, mas eles... vamos chamá-los de esferas. Eles estão chegando lá lentamente, mas está tudo acontecendo bem aqui. Todos estão observando. Os Mestres Ascensos, o Conselho Carmesim, os seres angélicos estão todos observando. Cada Nova Terra, neste momento, está observando o que está acontecendo aqui. E vocês se perguntam por que há tanta ansiedade. Está tudo mudando muito, muito rapidamente, agora.

 

O maior ingrediente é que, neste momento, em vez de um processo evolucionário baseado no tempo, seja em relação à biologia, à mente, ao espírito, neste momento, pode ser transcendido bem facilmente ao se entender que existe o E, que existe a intemporalidade, que agora mesmo o seu passado, seu passado nesses... vou chamar de períodos Star Wars... e, vejam, os filmes saíram e tal, mas o conceito inicial foi canalizado, foi acessado por George Lucas. Agora, eles meio que ficaram comercializados demais, mas realmente meio que seguiram o que de fato aconteceu lá, e o que está acontecendo, de certa forma, com vocês neste momento lá atrás. E vocês sabem o resultado final disso. Nós falamos no Journey of the Angels (Jornada dos Anjos). Tudo acabou desacelerando. Tudo acabou desacelerando e havia a dúvida se a energia chegaria a um total impasse. Esse é o Star Wars que não foi produzido ainda. Tudo para.

 

 

Transcendendo o Tempo

 

Então, trazendo isso para o agora, o que estamos fazendo é... com todas as outras mudanças que estão acontecendo no planeta, com a evolução acontecendo num ritmo extremamente acelerado – agora com o estímulo da tecnologia –, e também a distorção do tempo – por falta de palavra melhor, distorção do tempo... porque vocês podem literalmente, agora, estar no passado enquanto estão bem aqui, podem voltar para aqueles tempos das comunidades que flutuavam pelo espaço, com tecnologias incríveis, considerando todas as coisas. Mas também o futuro, o futuro, como diriam, daqui a 20, 30 anos pode estar bem aqui, agora mesmo, pra vocês.

 

Quando vocês entenderem tudo isso... e isso é simplesmente uma questão de Permitir. Não pensem nisso demais. Vejam, é pra sentir. Sintam, mas isso vai acontecer de qualquer jeito. Vocês não têm que fazer acontecer. Vou colocar de uma forma bem melhor: vocês já fizeram acontecer; agora basta vivenciar.

 

Vocês já fizeram acontecer isso de transcenderem o tempo, e é meio assustador de início quando acontece. Mas vocês, de repente, transcendem o tempo em si e, de repente, o futuro daqui a 20 anos, com vocês como Mestres Ascensos, sem o sofrimento, sem os problemas físicos e sem a idiotice de vocês com a abundância... eu disse isso? [Algumas risadas] Sim, eu disse... isso tudo não estará mais lá. Não estará, porque vocês permitiram que o futuro, que vocês basicamente escolheram, estivesse aqui, agora, e depois, pra ser vivido. Vocês exterminaram o tempo. Mas ele está no E. Você [Stephanie] ainda pode curtir sair dirigindo pela estrada no seu Corvette. É uma experiência baseada no tempo – no tempo e na velocidade. Você ainda pode curtir isso.

 

O que estou dizendo aqui é que tudo converge para agora – tudo, o passado... O passado só está esperando e, vejam, o passado é transformado no momento da Realização. O passado, de repente, não é mais o passado. Em outras palavras, essas coisas que aconteceram com vocês uma existência atrás ou lá nos tempos de Star Wars estão ocorrendo agora mesmo. Elas estão buscando respostas, estão tentando encontrar soluções, estão se debatendo entre si, estão roubando energia. Elas estão fazendo todas essas coisas. Há poder, há domínio. Tudo isso para e muda.

 

Então... Tobias disse isso há muito tempo, que o futuro é o passado curado. O futuro, de fato, cura o passado; é uma outra forma de dizer isso. Uma transformação ocorre, e de proporções épicas, quando vocês se permitem ser o que vocês já decidiram que vão ser, se isso faz algum sentido. Vocês não precisam ficar sentados aqui dizendo: “Ah, isso é o que eu quero que aconteça. Isso é pra onde vou levar tudo. Isso é como eu quero que o roteiro seja escrito.” Vocês fizeram isso muito tempo atrás, e vocês também fizeram isso no futuro. Vocês fizeram isso voltando até aqui, e fizeram muitas vezes, mas vocês também fizeram no futuro, dizendo: “É assim que eu quero que seja.” E, então, tudo se junta no agora.

 

O resultado final... parem de se estressar com isso. Vamos superar isso. Vamos seguir para onde vocês realmente querem estar neste momento.

 

Então, tendo dito... heh! Vamos sentir um instante. É uma coisa muito, muito linda. Quando vocês se soltarem dos grilhões do passado e das preocupações com o futuro, a consciência de massa e todo o resto, esse será um grande momento Eu Sou. Aí, vocês vão parar de se preocupar com as pequenas coisas, as pequenas coisas irritantes. Vocês vão transcender tudo isso.

 

 

Tudo Está Aí

 

Assim, o que vocês têm neste momento, aqui, é um processo evolucionário que está se tornando revolucionário, em termos de vocês estarem agora injetando o Não Tempo ou Æterna na perspectiva de tudo que está acontecendo no âmbito da evolução, se isso faz algum sentido mesmo. [Ele ri.] Fiu! É. Mas não é bom, mesmo que vocês não saibam sobre que diabos eu estou falando? [Algumas risadas] É assim, o resultado final... a melhor forma de dizer é... parem de se preocupar com isso. Vocês já fizeram as escolhas. Vocês já fizeram essas escolhas. Vocês fizeram a escolha de ficar aqui. Vocês fizeram a escolha para sua Realização. É por isso que não nos preocupamos realmente com isso. A próxima coisa pra vocês é fazer o que vieram fazer aqui.

 

Vocês têm todas as ferramentas. Não tem nenhuma ferramenta faltando. E, se acharem que tem, então, vocês são uns cabeças de martelo. [Algumas risadas] Eu sabia que a Linda ia gostar. [Linda ri.] A única que riu.

 

Não tem nada faltando agora. Pra qualquer um de vocês, não tem nada, nada, nada faltando. Esse era outro grande jogo: “ainda não tenho algumas peças.” Vocês têm todas as peças. Vocês têm todas as respostas. Às vezes, busquem no E as respostas. Às vezes, vocês dizem: “É, eu tenho esta mesa aqui e não vejo a resposta na mesa.”

 

Parem e respirem fundo. Existem muitas mesas, talvez não na visão humana, mas existem muitas mesas, e todas as respostas, todas as ferramentas estão lá. Às vezes, vocês têm que fazer a pergunta, seja lá qual que vocês tenham, ou pedir a solução. E aí parem um instante, respirem fundo. Ela estará lá pra vocês, se vocês se permitirem entrar no E. Pode não ser aquela coisa que o humano teria necessariamente pensado ou mesmo querido, mas estará lá.

 

Todas as respostas estão lá. É por isso que não gosto quando os Shaumbra dizem “eu não sei”. Ou a outra coisa que é tão tóxica quanto: “Vamos esperar. Vamos ver o que acontece.” Não. Não, porque vocês estão basicamente dizendo a si mesmos: “Eu não tenho as respostas.” E vocês ficam esperando que um raio surja. A Realização de vocês está nessa mesa.

 

Alguns de vocês ficam: “É, quando vai acontecer?” É assim, vocês vão olhar? Já está aí. Tudo que têm que fazer é aceitar isso e Permitir. “Bem, eu não vejo a mesa.” Saiam do seu cérebro, então. Entrem no E. Existem muitas mesas. Existem muitas realidades.

 

Escutem, vocês ficam pra trás quando se trata disso. A ciência, vejam bem [sinalizando aspas], a ciência linear radical já está entendendo que as partículas podem entrar e sair da realidade. Elas se deslocam para outra esfera que talvez não seja detectável pelos sistemas métricos vigentes, mas eles sabem que existem outras esferas. Não fiquem pra trás. Não digam: “Bem, eu não vejo as outras mesas.” Elas estão aí. Talvez não no físico, mas estão aí. Deslizem para o E. Todas as respostas, sua iluminação, tudo está bem aí simplesmente esperando por vocês.

 

 

Por que Vocês Estão Aqui

 

Assim... a questão aqui é que vocês vieram pra cá com um propósito, ficar neste planeta, e eu digo isso de tempos em tempos, mas agora temos que partir para os pontos essenciais. Estamos deixando a Série do Merlin Eu Sou e vamos começar com a que está sendo chamada de Série da Arte de Ficar no Banco. Temos trabalho a fazer, mas é um trabalho fácil, é um trabalho divertido. Não é nem um pouco difícil. Mas, se levarem suas porcarias junto, vocês sabem o que vai acontecer. Já vou logo dizendo; eu olhei um potencial futuro e já fechei essa porta. Mas, se entrarem na próxima série do que realmente faremos aqui no planeta... Talvez devesse se chamar Série da Verdadeira Maldita Razão pela Qual Estamos Aqui no Planeta. [Risadas] Linda ia gostar.

 

Se entrarem nessa próxima série conosco e ainda estiverem se preocupando, duvidando, e ainda estiverem carregando bagagem, vocês vão acabar... Tá, vou representar. Tudo bem.

 

Assim é o Shaumbra sentado no banco que aceitou o “Eu Sou o que Sou. Eu Sou, Aqui. Tudo se resolve. Não preciso me preocupar com nada.” É assim que ele fica sentado. [Adamus se senta tranquilamente, com as mãos juntas e um sorriso no rosto.] Assim. Ele tem um ar meio idiota, acho eu. [Adamus ri.]

 

E tem o Shaumbra que não, que ainda se preocupa com tudo, ainda tenta encontrar as coisas e que está cheio de perguntas sem respostas, que ainda se estressa e se pergunta o que está errado com ele. Esse fica sentado assim. [Ele faz uma careta, contraindo o rosto todo e deixando o corpo todo rijo.] Parece que está com prisão de ventre, e não sabe quando vai explodir ou não. [Mais risadas] Mas está bem preocupado com isso. “E se eu soltar tudo aqui?”

 

Vejam, vocês vão ficar sentados no banco realmente se preocupando. Isso não é ficar no banco. E vocês tentarão projetar suas intenções, e vão ficar pensando em outras coisas. Vocês não estarão lá no banco. Ficar no banco é simplesmente brilhar, iluminar. É isso. E a sensação é muito boa. Alguns de vocês estão pensando: “Meu Deus, parece chato. Ficar sentado num banco sem fazer nada. Tenho que fazer alguma coisa.” Não, não têm. A sensação é muito boa. Na verdade, é uma enorme liberação, é um imenso deixar ir, e é perceber que vocês estão realmente na sua paixão, na razão para estarem aqui no planeta. Sem agenda, sem tentar... Faremos essa coisa de ficar no banco em grupo. Vai ser meio divertido. Sem agenda. Vocês não têm que mudar nadinha, nem em vocês nem no mundo. Nada. Mas vamos nos livrar da porcaria toda agora. Vamos... sem trocadilho com a prisão de ventre... mas vamos chutar traseiros aqui.

 

 

Sermão de Adamus

 

Assim... recentemente tivemos um evento de Threshold (Limiar), acho que foi isso – Threshold – e durante o Threshold permitiram-se perguntas e respostas. Nem sempre fico animado com isso porque, vejam, são as velhas perguntas de sempre. Mesmo que eu dê respostas diferentes, são sempre as mesmas perguntas. Dei meu sermão e foi meio divertido pra mim. E, Linda, o que você achou do meu sermão, no Threshold?

 

LINDA: Só mais um sermão.

 

ADAMUS: Só mais um sermão. Achei que tinha sido um sermão especial. Eu me empolguei. Fizeram algumas perguntas, e me ocorreu que, depois de todo esse tempo juntos, eu tenho que continuar dizendo a mesma coisa. Então, vou dizer novamente hoje, e vou dar sermão hoje, e, então, vamos encerrar essas coisas.

 

Se tem algo na vida de vocês que vocês acham desagradável, isso está aí porque vocês gostam disso. Qualquer coisa – pessoas, doenças, fracassos – qualquer coisa, qualquer coisa na vida de vocês. Se vocês têm dores no corpo, se têm problemas de abundância, é porque estão apaixonados por isso.

 

Esse é o meu sermão. É verdade, do contrário, não estaria aí. E tenho sido criticado por ser meio duro com relação a isso, mas é bem verdade. E, quando vocês perceberem isso, quando perceberem que não podem culpar outra coisa, não podem culpar uma vida passada, não podem jogar a culpa disso no fato de não estarem assimilando todas estas informações maravilhosas, incríveis e sábias, quando perceberem que, se está na sua vida, é porque vocês ainda adoram isso, vocês ainda estão recebendo algo com isso, vocês ainda estão jogando um jogo... e temos que resolver isso na marra, agora mesmo. Qualquer coisa.

 

Vocês não são vítimas de nada. Se vocês entenderem que a energia é toda de vocês, que vocês são os malditos criadores, vocês podem fazer o que quiserem, então não quero ficar ouvindo essas desculpas: “Mas eu tentei.” Não, não tentou. Vocês tentaram... a coisa da abundância... vocês tentaram... vocês acham que talvez trabalhar um pouco mais ou algo assim.... mas vocês ainda estão se segurando à velha questão da abundância, do “pobrezinho de mim”, “eu sei fazer melhor que isso”, “dinheiro é ruim” e todo o resto. Vocês têm que liberar isso. Ou conviver com isso. Mas não continuem seguindo com os Shaumbra e o Círculo Carmesim. Não mesmo. Voltem pra sua festa da pena e da pobreza e se divirtam até estarem prontos pra sair de lá.

 

O que estamos fazendo agora tem imensas implicações, não só para vocês e sua vida, que obviamente é a primeira coisa, mas também para o planeta agora e o que isso fará por toda a criação neste momento. Eu sei que, às vezes, vocês pensam: “Mas eu sou só um grãozinho de consciência nesse enorme mar de consciência.” E: “Que efeito vou causar?” E: “Não sou tão importante assim.” E: “Olha a minha vida; não fiz nada.” Calem a merda da boca! [Algumas risadas] É sério, calem a boca. Da próxima vez que eu ouvir isso, vou soltar fogo pelas ventas na cara de vocês e ele vai sair pelo seu rabo. [Mais risadas] Porque eu vou… [Adamus ri.]

 

[Ele fala com a Linda, que se aproxima.] Não toque no meu café. [E continua com o sermão.] Estou tentando atingir um objetivo aqui e não posso mais ser bonzinho com relação a isso. Parem de arrastar isso com vocês.

 

LINDA: Você está me dando umas lições ruins que Geoff não será capaz de administrar. [Eles riem.]

 

ADAMUS: Então, se algo ainda estiver acontecendo na vida de vocês, é porque vocês ainda estão obtendo algo com isso. Talvez vocês estejam viciados com essas coisas, mas, então, superem os vícios. Talvez vocês ainda gostem do sofrimento. Superem o sofrimento. Ninguém está infligindo nada a vocês. Talvez vocês estejam dentro da consciência de massa, talvez estejam dentro da família de vocês, do jogo ancestral e todo o resto, mas superem isso agora. Temos grandes coisas a fazer neste momento.

 

É um grupo muito pequeno no planeta. Outros estão fazendo – hãmm-hãm – meio que um trabalho similar por aí. Na verdade, estão copiando o que estamos fazendo. [A plateia faz “ohh”.] Mas vocês sabem o que dizem, imitação é blá blá blá. Mas não são muitos. Não são necessários muitos, mas não existem muitos no planeta. E não quero dar números neste momento. Faremos isso no evento Tempo do Merlin quando Saint Germain falar dos números. Mas, digamos, como um todo, os Shaumbra sérios, quero dizer, os Shaumbra sérios, quantos vocês acham? [Alguém diz: “Cinco mil.”] Cinco mil? Por aí. Um pouco mais que isso. É. Estamos falando de menos de dez [mil] para afetar o planeta – não para mudar o planeta – mas para afetar o planeta. Não são muitos.

 

É a razão pela qual vocês vieram pra cá. Não tem outra. Essa é a razão pela qual vocês esperaram pela sua Realização, e é hora de fazermos isso. Não faremos isso com alarde. Não faremos isso batendo no peito. Não faremos isso esperando elogios, prêmios ou férias custeadas a Paris nem nada disso. Faremos isso porque vocês escolheram fazer.

 

É um grupo pequeno, mas precisamos ser claros daqui pra frente. Precisamos ser claros. Não há espaço... se tiverem um problema com a abundância, sinto muito, mas resolvam isso imediatamente. É problema seu. Vocês estão adorando isso. Quero que examinem por que estão adorando isso.

 

Se estão enfrentando problemas, digamos, com a saúde... a saúde... esses problemas de saúde não são porque vocês vivem numa sociedade poluída cheia de germes, vírus e tudo mais, nem por causa dos seus ancestrais ou o que for. É porque tem algo aí que vocês adoram. Não tem lugar, daqui pra frente, para o sofrimento, e eu vou chamar a atenção de vocês quanto a isso. Vou sim.

 

O que vocês estão fazendo aqui neste planeta, agora, a sua mente humana, neste momento, não poderia imaginar. Mas vocês podem, na verdade, respirar fundo e simplesmente sentir por um instante. Não é pouca coisa. Digo, é... eu quase me aventuraria a dizer que, se vocês realmente, realmente entendessem as implicações, isso iria assustar vocês como o diabo, o que provavelmente seria ótimo. Mas o que um pouquinho de consciência no planeta vai fazer agora, não só para a Terra e para os humanos, mas para a coisa Star Wars que está acontecendo neste momento, e para o futuro nos próximos 10, 15 anos, será algo monumental para a Terra. Para esse ponto de singularidade, aproximadamente em 2050, aproximadamente, onde tudo será fora do normal. Mas de que maneira a coisa será fora do normal? Depende da consciência que estiver disponível agora, e não significa tentar mudar o mundo, tentar solucionar a pobreza, a fome ou o meio ambiente. Significa simplesmente ser capaz de brilhar, abertamente e livremente, sua luz sem se preocupar se alguém vai chegar e roubá-la de vocês, sem precisar regular ou guardar sua luz, sua consciência. Significa fazer isso abertamente e livremente. Mas vocês não poderão fazer isso se ainda estiverem adorando essas questões que estão na sua vida. Temos que superá-las, temos que superar essas coisas.

 

O grande campo de batalha, no momento, para vocês, está na sua mente, é ficar pra lá e pra cá tentando entender as coisas, construindo mais pontes falsas. É hora de acabarem com isso. Tudo de que vocês precisam está aí. Simplesmente, parem, respirem fundo e deixem que a coisa venha pra vocês. É fácil assim. Vocês não podem construir, preparar ou fabricar nada assim, mas podem parar e deixar que a coisa venha pra vocês, e ela virá. Ela tem que vir. Tem que vir.

 

 

Merabh para os Problemas Físicos

 

Então, neste momento, quero tratar aqui da questão que muitos de vocês estão enfrentando, algo que o FM vai mencionar daqui a algumas semanas no nosso encontro: seus problemas físicos, neste momento. Muitos de vocês enfrentaram problemas físicos bem difíceis. Muitos de vocês estão com dores e aflições. Vamos parar um instante agora e fazer meio que um merabh para os problemas físicos.

 

Vamos reduzir as luzes e aumentar a música.

 

[A música começa.]

 

Eu digo que, tudo bem, esses problemas físicos que vocês têm... eles são de vocês. Digo, eles são seus. Tem algo de que vocês gostam; talvez “gostar” não seja a palavra certa, mas tem algo que vocês ainda estão obtendo com o sofrimento do corpo físico. Tem algo que talvez esteja lembrando vocês do quanto vocês são humanos e do quanto é falso esse estado.

 

Mas, se vocês estão tendo um problema físico – câncer, diabetes, problemas de coração, dores e aflições, sejam elas quais forem –, o que vocês querem é que as pessoas meio que sintam pena de vocês, e vocês também ficarem sentindo pena de si mesmos. Não há lugar mais pra isso.

 

Seu corpo está respondendo à sua necessidade de atenção dando isso pra vocês. Mas, então, vocês dizem: “Não, não, eu não gosto da dor.” Eh, aah, eh, eh, é, vocês gostam. Do contrário, ela não estaria aí.

 

Vocês são seres soberanos e, mesmo que tenham vindo, descido, ou como queiram chamar, para a matéria física, isso não leva embora o fato de vocês serem verdadeiramente soberanos e de que é tudo a sua energia e ela está aí pra servir vocês.

 

Se houver problemas físicos no seu corpo – não quero saber o que seja, problemas digestivos, gota, dores de ouvido ou o que for –, é porque vocês ainda estão se prendendo a eles.

 

Mas vocês ficam tão no escuro com relação a isso, em como vocês adquiriram isso, em primeiro lugar, o que isso está fazendo... e é um peso enorme para a mente, e vocês dizem: “Eu não sei. Simplesmente, eu tenho isso. Não gosto disso, e não quero isso.” E talvez vocês tomem remédios ou o que for. Mas, droga, vocês ainda estão encontrando algo aí. É hora de superar isso.

 

Nós vamos ficar no banco e não quero ficar no banco com cadeiras de roda e bengalas em volta. [Algumas risadas] Quero ver Mestres saudáveis sentados nesses bancos de praça. Vocês podem estar ficando... o quê?... mais velhos, como dizem. Isso, tudo bem. Um pouco de cabelo grisalho é até adequado na percepção que as pessoas têm. Mas problemas de saúde? Heh, eu ia perguntar: “O que está errado com vocês?” Mas vocês já sabem. É vocês terem esse problema de saúde. E, droga, ele tem que acabar.

 

Agora, vocês não têm que tentar entender o que isso está fazendo pra servir vocês, porque, aí, vocês vão voltar pra esse campo de batalha da dualidade da mente e jamais vão entender o que é. Mas vocês podem dizer a si mesmos que estão totalmente resolvidos com isso, que isso não está servindo vocês, que não é o que vocês estão escolhendo e que precisa acabar. E, então, droga, esperem porque ele vai acabar. Esperem porque haverá um processo transformacional que vai incluir dobrar e moldar o tempo – basicamente, como dizem, é ir para o futuro, mas estando no agora – e isso resolverá esse problema, porque no futuro vocês não estão doentes.

 

No futuro, vocês não estarão velhos nem quebrados. Não estarão precisando levantar de manhã e tomar um remédio pra resolver um problema. No futuro, vocês estarão saudáveis. Eu sei disso.

 

Vocês não têm que tentar entender: “Tá, o que eu ainda estou obtendo com este problema físico?” Basta dizer: “Estou pronto pra deixar isso ir e agora estou fazendo isso.” Não pensem nisso. Não esperem até amanhã. Não entrem nos jogos da mente. É tipo: “Agora acabou.” E, então, parem e respirem fundo no momento e deixem que o futuro trabalhe pra vocês.

 

E, quando isso acontecer e essas velhas energias dos problemas físicos começarem a ir embora, algo vai acontecer. É muito... Preciso que vocês sintam e não fiquem mentais. Mas tem algo que acontece, que remonta ao nosso período de Star Wars em que vocês ainda não estavam totalmente cristalizados na biologia.

 

Há um processo lá atrás, um processo evolucionário que acabou sendo acelerado por outras coisas energéticas que empurraram vocês pra esta biologia profunda, este estado biológico profundo.

 

Mas, neste momento, enquanto o futuro do vocês saudável vem pra vocês no agora, enquanto vocês dizem “não vou tolerar mais os problemas físicos”, algo está acontecendo lá atrás no passado, no semifísico ou físico não cristalizado, e está mudando isso. Está mudando o passado distante pra que vocês não fiquem suscetíveis ou vulneráveis às dores e aos sofrimentos do corpo físico.

 

Vocês estão mudando seu próprio Código Mestre de éons de tempo atrás, de bem antes da Terra, e vocês estão fazendo isso agora.

 

É pra isso que vocês estão aqui, dentre outras coisas, pra dizer: “É hora de deixar que tudo venha agora.” Tudo que está reservado no futuro e que foi feito sob medida pra vocês, por vocês, no futuro, e o que está reservado pra vocês no passado. Deixem que tudo ocorra neste momento.

 

Não é um trabalho muito difícil, mas exige deixar esse campo de batalha da mente, todos os pensamentos, a ansiedade, as coisas da consciência de massa e tudo mais.

 

É tão simples como sentir esta palavra “reservado”. Ela tem muitos significados. Reservado significa que vocês fizeram sob medida pra vocês mesmos, vocês fabricaram pra vocês. O futuro está reservado pra vocês, assim como o passado. Tudo foi feito sob medida. E, neste momento, é hora de perceberem isso.

 

Perceber e Permitir, são quase sinônimos. É por isso que não uso a expressão “iluminação”. Eu chamo de perceber, Realizar. É simplesmente Permitir.

 

Não tem espaço pra esses problemas físicos, e vocês podem mudar isso agora mesmo, com certeza.

 

Não entrem nos jogos da mente. Não façam mil perguntas.

 

Cada vez que vocês fazem uma pergunta, ela vai em direção a algum lugar da realidade de vocês, como uma sonda vasculhando e não volta até ser respondida. Mas, às vezes, leva éons de tempo. Então, parem de fazer todas essas malditas perguntas e, agora, simplesmente Permitam.

 

Esses problemas físicos não têm lugar. Muitos deles vieram dos ancestrais, alguns do processo de cristalização na biologia.

 

Como eu disse, a realidade física não é tão complexa. Vocês são compostos, basicamente, de hidrogênio, hélio – ar quente, heh! – e um pouquinho de oxigênio. Então, parem de pensar ela é tão grande e complexa. Não é. Vamos seguir além desse problema físico agora mesmo. Sem dizer “se”, “e” e “mas” com relação a isso.

 

Vamos entrar na nossa nova Série muito em breve, e falaremos sobre outras coisas, mas vocês podem aplicar isto aqui à sua abundância financeira. Vocês podem aplicar isto aqui a qualquer coisa em sua vida. Em sua vida. Não apliquem para o planeta. Não apliquem para os amigos, para o seu cachorro nem pra ninguém.

 

Vocês podem aplicar isto a qualquer coisa. É hora de liberar isso e tudo que recai na categoria de sofrimento.

 

Se estiverem carregando alguma forma de sofrimento, é porque estão recebendo algo em troca. O quê? Faz vocês se sentirem bem? Felizes? Merecedores? Cristãos? Vocês querem ser como Jesus, que sofreu demais? É hora de seguir para além disso.

 

São vocês que estão fazendo isso. Não quero ouvir nenhum de vocês culpando nada mais. Sim, existem influências da consciência de massa, mas é porque vocês aceitam isso. Então, liberem tudo agora.

 

Vamos respirar bem fundo.

 

Nós estamos encerrando esta Série do Merlin Eu Sou, e eu adoro encerramentos. [Adamus ri.]

 

A maior alegria que tive ao escrever livros ou peças em qualquer das minhas existências veio sempre da última página, do final. Ela junta tudo, mas, mais que isso, é porque eu sabia que todo fim traz um novo começo, uma transformação, e é isso que está acontecendo neste momento.

 

Então, encerramos Merlin Eu Sou. O que é o Merlin? Merlin é o viajante do tempo. Merlin é aquele que percebe que realmente não existe passado nem futuro. O tempo não é linear. Vocês podem trazer qualquer coisa de qualquer tempo sempre e como quiserem. Vocês não estão mais restritos. Vocês são livres pra se mover pelo tempo. É incrível. É muito libertador.

 

O que é o Merlin? Merlin é entender que, antes de tudo, Merlin não é um nome de um único ser. Merlin é um título e existiram muitos Merlins. Eu fui um Merlin, e agora vocês se tornam Merlins. É seu título.

 

Merlin significa que tudo é mágico, mas ainda assim nada é mágico. Tudo é mágico porque faz tudo parte da energia de vocês e da criação de vocês, mas realmente não há mistério nisso; é apenas hidrogênio, hélio e oxigênio. Não é tão complicado assim.

 

Não tem mistério aí. É só... o que vocês querem fazer com os componentes? Como vocês querem que sua consciência brilhe no seu oxigênio ou no seu hélio? E, depois, observem como as estruturas atômicas começam a formar e a se juntar pra criar uma realidade na qual vocês possam atuar.

 

Um Merlin entende que vocês não estão restritos pela condição física, a menos que achem que estão.

 

O Merlin entende que o sofrimento é, em primeiro lugar, ainda bem, temporário. É uma fase ruim pela qual vocês passam, e depois vocês a superam. Vocês percebem que... tudo bem, que o sofrimento é meio divertido por um tempo, mas... qual é? vamos seguir muito além dele agora.

 

Um Merlin entende que ele não precisa estar aqui no planeta. Todo Merlin enfrentou esse desafio: “Devo ficar ou não? Eu sou agora um Merlin. Sou soberano por direito próprio. Mas escolho ficar?”

 

E assim é pra todos vocês. Mas, se vocês ficarem, se vocês ficarem, não continuem se atendo a velhas desculpas, não continuem se atendo a problemas físicos.

 

Não há motivo pra isso. E, talvez, só talvez, com o que fizermos daqui pra frente, só talvez, isso possa brilhar tamanha luz sobre o planeta que, um dia, ele vá acordar e dizer: “Por que sofremos? Por que passamos isso para os nossos filhos, que passam para os filhos deles? Por que sofremos?”

 

Assim, com isso, meus caros amigos, foi um prazer.

 

Vamos respirar fundo juntos e vamos levar esta Série do Merlin Eu Sou a um encerramento, aceitando que vocês são os Merlins. Vocês conseguiram. É de vocês. Está sendo repassado a todos vocês.

 

Na maior parte do tempo, neste planeta, só houve um Merlin vivo de cada vez, mas agora é diferente. Existem, bem, milhares e milhares agora, e talvez muitos mais estejam vindo.

 

Assim, é hora de pegar minha carruagem e voltar para o Clube dos Mestres Ascensos, onde falarei sobre o bolo delicioso que me atraiu tanto hoje. E falarei sobre o fato de que não precisei dar muito sermão. Não tive que falar demais. Deixei vocês bem assustados pensando eu ia realmente dar um sermão. E, aí, alguns depois iam sair dizendo: “Ué, pensei que o sermão ia ser maior. Pensei que seria pior. Eu meio que esperava, desejava que fosse.” É assim, é, vocês queriam, vocês queriam.

 

Com isso, vamos respirar fundo e perceber que este é o tempo das mudanças mais rápidas da história deste planeta, e de qualquer outra civilização de seres criadores, e vocês estão bem no meio disso.

 

Olho pra vocês e, às vezes... eu queria ter uma varinha mágica pra fazer vocês perceberem o que vocês realmente estão fazendo aqui. O que vocês realmente estão fazendo. Não se trata somente de vocês e sua vida. Trata-se do planeta e de toda a criação.

 

Vamos respirar bem fundo, meus queridos amigos, todos que estão se juntando a nós, e lembrem-se de que, verdadeiramente, enquanto ficamos sentados nos nossos bancos de praça brilhando nossa luz sobre o planeta, tudo está bem em toda a criação.

 

Obrigado. [Aplausos da plateia]

 

 

LINDA: Adamus, não quer seu bolo? [Ela ri.] Então, com isso, com isso, vamos respirar bem fundo, respirar bem fundo. Simplesmente sintam a beleza do que ele compartilhou conosco hoje. Realmente sintam esse convite pra que irradiemos nossa consciência, pra ficarmos no banco. Respirem bem fundo enquanto nos damos conta de que este é o segmento final desta Série do Merlin Eu Sou, da beleza dela. Respirem fundo enquanto levamos isso conosco. Obrigada a todos por participarem, participarem disto e se permitirem estar aqui conosco. Mais uma vez, obrigada. E lembrem-se de que não tem Shoud em setembro, mas teremos o evento do Merlin, nos dias 10, 11 e 12 de setembro. Será uma imensa alegria ter alguns de vocês conosco. Então, respirem bem fundo. Obrigada a todos, e àqueles que fazem isto acontecer. E a gente se vê. Obrigada.

 

 

Tradução de Inês Fernandes – mariainesfernandes@globo.com