OS MATERIAIS DO CÍRCULO CARMESIM

 

Série das Asas

 

SHOUD 3 – Apresentando ADAMUS SAINT GERMAIN, canalizado por Geoffrey Hoppe

 

Apresentado ao Círculo Carmesim
em 4 de novembro de 2017
www.crimsoncircle.com

 

 

Eu Sou o que Sou, Adamus of Sovereign Domain.

 

Ah! Adoro quando a energia se movimenta na sala. Adoro quando nós nos reunimos mensalmente para nosso shoud. Mas, antes de prosseguirmos, preciso dizer: “Um Adamus sem café é como um Shaumbra sem dúvidas e preocupações.”

 

LINDA: Ohhh! [Risadas]

 

ADAMUS: Onde estaria meu café?

 

SANDRA: Isto são Bolinhos do Mestre.

 

LINDA: Ohhh!

 

ADAMUS: Ah, e gostosuras também. [Mais risadas]

 

SANDRA [falando com Linda]: Esse [café] que está na sua mão é seu.

 

LINDA: Só um minuto. Certo. Adamus, aqui está.

 

ADAMUS: Obrigado. Como você sabia que eu estava com fome hoje?

 

SANDRA: Não, não. Esse é seu. [O café da Linda foi para o Adamus]

 

LINDA: Não, não. Tudo bem. Ah, certo, espere.

 

SANDRA: O café é seu.

 

LINDA: Certo. Tem que ser o certo. [Algumas risadas quando ela troca as canecas.]

 

ADAMUS: Ela dá e ela toma. Ahh! Oh, oh, oh.

 

LINDA: É que eu achei que o contraste da caneca cairia melhor em você.

 

ADAMUS: Humm. E que delícias temos aqui hoje? Acho que já esclareci...

 

LINDA: Parecem bolinhos.

 

ADAMUS: ... qual era minha comida favorita na última existência. Minha comida favorita era aveia em flocos, mel e castanhas, às vezes com especiarias. E alguém fez a gentileza de trazer isso pra mim.

 

LINDA: Na verdade, vários Shaumbra trouxeram.

 

ADAMUS: Vários Shaumbra trouxeram.

 

LINDA: Eles ouviram sua súplica.

 

ADAMUS: É o que eu chamo de bolinho do Mestre. [Risadas; ele come um] Hum! Humm!

 

Vocês que caem de boca em carnes e alimentos ricos em amido, deveriam experimentar isto: aveia em flocos, mel e... Quer um dos meus – ahã – bolinhos do Mestre? [Mais risadas, enquanto ele os oferece a membros da plateia.] Hã-hamm? Hum humm. Hã, mm? Bolinho do Mestre? Sim? Bolinho do Mestre.

 

LINDA: Que figura, não?

 

ADAMUS: E, ahh...

 

LINDA: Que figura.

 

ADAMUS: Sim. Comida gourmet para o Mestre. Hum. A aveia, de fato, absorve muitas toxinas do corpo. O mel é bom pra quase tudo dentro de vocês e, se tiverem alergias, o mel ajuda também. E as castanhas, bem, essas são só pra vocês mesmos. [Mais risadas] Então, obrigado! Obrigado. Pode abocanhar – ahã – os bolinhos do Mestre.

 

LINDA: Tá, certo. [Mais risadas]

 

ADAMUS: Então, vamos começar o shoud de hoje pelo fim. Pelo fim.

 

LINDA: Ahh, gostei.

 

ADAMUS: Não pela festa da pizza. Não por esse final. [Risadas]

 

LINDA: E outros comes e bebes. Adamus, trouxeram muita comida boa hoje. Pra quem nunca veio pessoalmente a um shoud...

 

ADAMUS: Eu fico com os bolinhos do Mestre.

 

LINDA: Estou te falando, os comes e bebes são imperdíveis.

 

ADAMUS: O que é que tem?

 

LINDA: Bem, tem fruta... Na verdade, meu prato favorito literalmente é a salada de berinjela da Transilvânia.

 

ADAMUS: Oh. Ah.

 

LINDA: Sim. É muito saborosa.

 

ADAMUS: Então, podem trazer um pouco para o tio Adamus?

 

LINDA: Ah, por favor.

 

ADAMUS: É.

 

LINDA: Claro, claro. Claro, claro.

 

ADAMUS: Vamos começar pelo fim. Vamos começar pelo fim e, gosto disso, porque também vocês ficam sabendo que não há realmente um cronograma linear habitual. Venho falando sobre isso há muito tempo, mas vocês já são Mestres. Agora, vocês só estão descobrindo como chegaram lá. Já aconteceu. Não fui eu que disse isso; foi Tobias, anos atrás, na Série da Ascensão: “Vocês já ascenderam. Agora, vocês só vão descobrir como foi chegar lá.” E adivinhem? Vocês têm que escolher. Querem que seja do jeito fácil? Ou do jeito difícil? Querem sentir como realmente deram duro pra conseguir isso? Querem chegar lá com algum sofrimento, pra terem ótimas histórias pra contar no Clube dos Mestres Ascensos? Ou querem simplesmente deslizar até lá? Sim. Só depende, totalmente, de vocês.

 

 

Atraindo Energia

 

Então, vamos começar pelo fim e o fim do shoud de hoje é dizer que vocês exercem uma atração. Vocês atraem energias. Vocês são como ímãs. Na verdade, a consciência é como um ímã criativo. Vocês atraem coisas para sua vida o tempo inteiro. Enquanto estão sentados bem aqui, enquanto estão acompanhando online, há um constante fluxo de energia sendo levado até vocês. A pergunta é: o que vocês querem atrair e como vocês querem atrair?

 

Vocês se acostumaram a atrair energia, sem nem estarem conscientes disso, mas a atrair energia de um modo, eu diria, mundano, muito limitado. E não precisa ser assim. Vocês exercem atração.

 

Agora, ao mesmo tempo, discutiremos isso noutro shoud, vocês também são transmissores. Vocês projetam energias pra todo lado. Como criadores, vocês estão constantemente projetando sua realidade. Mas, hoje, vamos falar da parte de vocês que exerce atração.

 

Sentados aqui, acompanhando online, vocês são ímãs. E, quer pensem que estão fazendo alguma coisa ou não, há um tremendo fluxo de energias chegando até vocês, passando por vocês. Vocês estão atraindo simplesmente a coisa perfeita, no momento perfeito, quer seu eu humano perceba isso ou não. É uma atração constante.

 

Então, sentados aqui juntos como estamos neste shoud, o que vocês estão atraindo? O que vocês realmente querem atrair pra sua vida? Que energias, que experiências, que realidades vocês querem atrair pra sua vida?

 

É uma pergunta meio capciosa, porque o humano realmente não sabe. Realmente não sabe. Quando eu faço essa pergunta – o que vocês querem atrair pra sua vida? –, vocês imediatamente entram numa limitação muito programada e muito rígida.

 

Já fizemos isso antes com a plateia: “O que vocês realmente querem fazer na vida? Qual é o seu maior desejo?” E foi algo muito limitado, considerando todos os potenciais e todas as possibilidades. Então, sentados aqui, agora, o que vocês querem atrair? Porque vocês exercem atração.

 

Quando vocês se tornarem conscientes disso, de como isso funciona, de como é fácil e simples, vocês realmente vão começar a criar sua realidade, diferentes realidades do jeito que quiserem. Mas, repito, é uma pergunta meio capciosa, porque será que o humano realmente sabe o que ele quer? Será que o humano pode ver além das barreiras, das limitações que ele se impôs? Não porque vocês eram tolos nem porque eram preguiçosos. A coisa aconteceu como resultado do sentido do Foco.

 

Vocês entraram nesse sentido profundo do Foco. Vocês se esqueceram que existem todas essas outras coisas aí fora, sobre as quais falaremos hoje, e vocês se esqueceram que vocês atraem naturalmente as energias e as experiências. Isso se traduz em pessoas, oportunidades, abundância, o que quer que vocês queiram na vida.

 

Os humanos, em sua maioria, entraram numa espécie, eu diria, de hábito preguiçoso de aceitar o destino, e não há destino. Não há mesmo. Mas é quase mais fácil dizer: “É o meu destino. Isso foi planejado pra mim.” Pelo Eu superior, por anjos, Deus ou o que for. E eles meio que entram na inércia da mediocridade, esquecendo-se de que exercem atração, assim como são criadores.

 

Então, esse é o fim da história hoje. Agora, vamos ver como chegamos lá. Mas eu quero que vocês tenham em mente que é a mesma coisa. Vocês são Mestres, seres iluminados. Vocês ascenderam, e tudo mais. Já é negócio fechado. Como vocês chegam lá? Por quais experiências vocês passaram?

 

Vocês não conquistam essa trajetória até lá, como eu disse tantas vezes. Vocês não têm que se esforçar pra chegar lá. É apenas uma questão de que experiência vocês querem ter pra chegar lá. É simples assim.

 

Então, vamos respirar fundo com isso.

 

Sintam essa parte de vocês – vocês inteiros, de fato – que atrai constantemente as energias. Como uma luz que fica constantemente atraindo, trazendo pra sua vida, energias que ninguém está controlando, que ninguém está manipulando. Só vocês. A menos, é claro, que vocês acreditem que outros estejam no controle disso, que haja uma conspiração, seja do governo, dos alienígenas, dos seus pais ou de que for que tenha influência sobre sua vida. Bem, se vocês acreditarem nisso, é assim que vocês irão atrair as energias. Se vocês se livrarem disso, vocês vão perceber: “Ah! Eu sou um ser de consciência. Sou um ímã da consciência. Eu trago pra minha vida tudo que escolho, mesmo coisas das quais o eu humano pode não estar consciente.”

 

Vamos respirar bem fundo. Voltaremos a isso no final – ver como chegamos lá. [Adamus dá um gole no café.] Está cheio de espuma. [Ele limpa o bigode.]

 

No nosso último... [Algumas risadas] No nosso último encontro...

 

LINDA: Quer um guardanapo?

 

ADAMUS: Quero. Obrigado. [Linda ri.] Sou um cavalheiro aqui. Na barba, não dá. [Ele limpa a barba.]

 

 

Sabedoria e Coração

 

No nosso último encontro, falamos do que não pertence a vocês. O que não pertence a vocês? Qualquer coisa que vocês não queiram. É simples assim. Eu sei que alguns acharam meio estranho, meio esquisito, e pensaram: “Bem, posso largar tudo? Posso liberar tudo?” Certamente. Não há lei que diga que vocês têm que carregar fardos de carma ou qualquer outra coisa que tenha acontecido em sua vida até agora. Não há lei cósmica que diga que vocês têm que se apropriar de coisas desagradáveis. Vocês não têm que se culpar por coisas que fizeram no passado. Vocês podem simplesmente – [snap!] – deixar ir assim. Não é irresponsabilidade. De fato, é algo muito responsável. É assumir a responsabilidade por vocês, neste momento. Não por vocês do passado, não por vocês de outra existência, não por vocês seja lá de que motivo. É pra deixar ir tudo isso.

 

Isso não pertence a vocês, sejam problemas de saúde, questões de abundância, relacionamentos ou outra coisa qualquer, sejam sentimentos de culpa, remorso pelo que fizeram no passado. Nada disso é de vocês. Realmente não é. Podemos entrar na psicologia barata da coisa e dizer que foi tudo criado por causa da consciência de massa, dos seus péssimos pais e tudo mais, mas vocês simplesmente deixam ir. Vocês se afastam da coisa. Não é de vocês.

 

Alguns tiveram momentos particularmente difíceis este último mês. Vocês liberaram umas coisinhas e, depois, se perguntaram por que ainda estavam se sentindo cansados, por que estavam meio deprimidos ou ansiosos. Vocês têm que liberar tudo. Não é de vocês. A única coisa que é de vocês é o que vocês escolhem. E só. Ponto final. É fácil assim.

 

Falamos em nosso último encontro sobre a sabedoria do Mestre. O Mestre tem uma tremenda sabedoria e é a sabedoria que vem sendo colhida de todas as existências, não apenas desta. É a sabedoria de cada existência que tiveram ou que possivelmente terão no que chamam de futuro. É a sabedoria sem todas as dores, os sofrimentos, as histórias tristes, as histórias exageradas e tudo mais. Sem os detalhes. É simplesmente a sabedoria, a essência, a verdadeira beleza da vida.

 

O Mestre, o Eu Sou, pega isso – que foi destilado pelo Eu Sou –, o Mestre pega isso e traz pra esta existência. Digamos que todos que estão deste lado da sala representam todas as suas existências e vocês têm todas essas experiências com todas essas faces e todas essas identidades. O Mestre chega até vocês e diz: “Vamos dançar deste jeito nesta existência: vou levar a sabedoria pra você [uma pessoa]. Não pra você, não pra você, não pra você [outras pessoas]. Vocês vão acabar obtendo a sabedoria através dessa pessoa, mas vou trazê-la pra você. Você e eu. Humano e Mestre. Você me convida pra sua casa, a casa do humano. Me deixe coexistir com você. Não vou ocupar nenhum espaço. Não vou roubar sua comida. Não vou espiar pela cortina do chuveiro nem nada disso. Me permita entrar nessa casa. Vamos coexistir, Mestre e humano. Você ainda faz as coisas do seu jeito humano e tem suas lindas experiências humanas, mas, agora, existe o E do Mestre.” O Mestre... “Eu vou entrar com a sabedoria. Humano, você entra com o coração. Ah, você tem coração. Você tem um tremendo coração. Eu entro com a sabedoria. Você entra com o coração e vamos dançar juntos.”

 

Isso é a iluminação encarnada. É quando uma identidade humana, um aspecto humano do que chamam de alma... é quando esse aspecto humano se torna, como diriam, meio que o escolhido do Mestre, da sabedoria... mas é realmente por que esse humano permitiu. Vocês estão permitindo todo o restante das suas existências. Elas estão tão preocupadas com o que estão fazendo que se esquecem de permitir. Elas estão rezando. Estão chorando. Estão roubando. Estão implorando. Estão metidas em questões de poder. Estão metidas em questões de identidade. Estão naquela coisa de “coitadinho” e de “como sou maravilhoso”, mas vocês são aqueles que permitiram.

 

Vocês são aqueles que disseram: “Ei, tem que ter algo mais do que tudo isso.” Vocês disseram: “Eu permito alguma coisa. Não sei o que é, nem ousaria sequer tentar definir. Mas sei que tem algo mais. É o meu saber. Eu vou permitir. Vou ser corajoso.” Esse aspecto humano diz: “Vou ser tão corajoso que vou simplesmente me abrir. Não vou filtrar nada. Não vou decidir se isso é luz ou escuridão, se é bom ou ruim, se mereço ou não mereço, porque estou cansado de todos esses aspectos de outras existências. Eles são um pé no saco. E estou meio cansado de mim mesmo. E estou meio casado do velho caminho humano linear. Vou simplesmente permitir, sem limites.” E é por isso que o Mestre, a sabedoria, aparece e diz: “Ótimo, porque nenhuma de minhas existências está me escutando. Só se preocupam com o que estão fazendo. Eh, estão se ocupando de tudo isso, e ficam rezando pra deuses estranhos e fazendo um monte de coisas estranhas. Mas, você, você, essa única existência no meio das outras, você permitiu. Portanto, vamos fazer essa dança de coexistir enquanto você permanece no corpo.”

 

Esse é o papel do Mestre em cada uma das existências de vocês. Ele colheu, juntou tudo, destilou a sabedoria de todas as outras existências, quer elas soubessem disso ou não. Ele destilou a beleza da vida em si, e agora ele traz isso pra vocês. Ele compartilha isso com o coração do humano. O coração do humano, a sabedoria do Mestre, isso é iluminação encarnada e é pra isso que vocês estão aqui.

 

Vamos respirar bem fundo.

 

O Mestre chega, não pra conduzir sua vida por vocês, mas o Mestre chega, bem, com a sabedoria e as coisas sobre as quais falaremos hoje.

 

Assim, em nosso último encontro, eu disse: “O humano tem um enorme coração.” Ah! Tem muito coisa que se poderia dizer sobre os humanos. Eles podem ser difíceis, às vezes. Podem carecer de consciência. Podem roubar energia. Em sua essência, roubam energia como nunca vi, mas têm coração.

 

 

A Bondade de Vocês

 

Assim, no nosso último encontro, eu perguntei: “O que é a sua bondade? O que está em seu coração? Pessoalmente, individualmente, o que está no seu coração?” E eu pedi que saíssem desse último encontro e sentissem isso, e alguns de vocês realmente sentiram.

 

Então, agora, vou pedir à querida Linda que leve o microfone. Eu avisei vocês. No último encontro, eu disso que íamos falar sobre isso, então, não reajam com surpresa: “Quem, eu? Não pensei sobre isso.” O que é a sua bondade? O que é a sua bondade? E eu gostaria que alguém escrevesse as respostas no tablet. Você pode escrever? [Ele fala com Henriette.] Mostre pra ela como se usa esse vidro de olhar aí. Provavelmente, teremos uma dúzia de respostas diferentes, então escreva com letra pequena.

 

O que é a sua bondade? O coração do humano, a sabedoria do Mestre. O que é a sua bondade? E tenham a bondade de, como espero, terem identificado isso.

 

Pode fazer um teste. Escreva aí: “Eu amo Adamus.” [Algumas risadas]

 

LINDA: Vamos apagar...

 

ADAMUS: Linda está mostrando a ela como usar o botão de apagar depois que eu disse: “Eu amo Adamus.” [Mais risadas] Tudo bem.

 

LINDA: Tudo bem. Vamos ver como fica. [Henriette escreve “Eu amo Adamus” e aparece no telão. Ela também desenha um coraçãozinho ao lado da frase.]

 

ADAMUS: Ohhh! Que meigo! [Mais risadas]

 

Certo, luzes acesas na plateia. O que é a sua bondade? Ohh! Vocês ficaram... “Ai! Quanta luz!” Certo. Linda, por favor. O que é a sua bondade?

 

ALAYA: Minha bondade...

 

ADAMUS: “Eu não pensei que fossem me dar o microfone!”

 

ALAYA: Ah, minha bondade é que eu acredito que eu seja um Standard...

 

ADAMUS: Um Standard.

 

ALAYA: ... para permitir minha iluminação na Terra nesta existência e...

 

ADAMUS: Standard pra quem?

 

ALAYA: Pra mim mesma.

 

ADAMUS: Certo.

 

ALAYA: Ser um Standard, ser um exemplo.

 

ADAMUS: Isso é o que está no seu coração. Certo.

 

ALAYA: Ser um exemplo de permissão da minha iluminação encarnada.

 

ADAMUS: Tudo bem. Ótimo.

 

ALAYA: É.

 

ADAMUS: Então, Standard. Você vai compartilhar com alguém sobre essa condição de Standard, sobre a iluminação encarnada?

 

ALAYA: Acredito que sim, em essência.

 

ADAMUS: Certo.

 

ALAYA: Eu poderia perguntar: “Como você abordaria isso? Como você realizaria isso? Como isso viria até você?” Definitivamente, absolutamente, sim.

 

ADAMUS: O que você diria se alguém chegasse até você e perguntasse: “Então, como você...? Minha vida é uma merda, como eu fiz isso?” O que você diria? E, lembre-se, um Mestre é muito sucinto. Sim, sem muitas palavras. O que você diria?

 

ALAYA: A vida pode ser, definitivamente, uma grande merda. Eu passei por isso.

 

ADAMUS: Sei.

 

ALAYA: Com certeza.

 

ADAMUS: “Tá, mas não está me ajudando neste momento.” [Risadas]

 

ALAYA: Mas eu não acabei! [Ela ri.]

 

ADAMUS: “Na verdade, meu barco está afundando ainda mais depressa!” Tipo: “Droga, venho até você pedir ajuda e o que você fez?! Você teve um encontro com um alienígena? O que você fez? Como você se tornou a Mestra que você é?”

 

ALAYA: Eu simplesmente deixo pra lá. Eu diria: “É isso.” Eu deixo ir e...

 

ADAMUS: “Deixa ir o quê?”

 

ALAYA: Deixo ir toda a porcaria. Deixo ir...

 

ADAMUS: “Você deixa ir o seu dinheiro?”

 

ALAYA: Deixo ir tudo.

 

ADAMUS: “Você deixa ir os relacionamentos?”

 

ALAYA: Relacionamentos, com certeza.

 

ADAMUS: “Ah, eu não quero isso. Eu só...”

 

ALAYA: Com certeza! [Eles riem.] Aqueles que não me servem mais. Aqueles que não...

 

ADAMUS: Certo. Aí está você. “Aqueles que não me servem mais.”

 

ALAYA: Eles não servem mais. Com certeza.

 

ADAMUS: Ótimo.

 

ALAYA: E, então, dá uma olhada dentro de si e diz: “O que me serve? O que me ajuda a ser quem eu sou agora?”

 

ADAMUS: Certo. Mas aqui está a forma como o Mestre faria. A pergunta é feita. Você finge que é o humano que está passando por tudo isso...

 

ALAYA: [dramaticamente] “Mas como você fez isso? Ah, Adamus, estou tão louca da vida. [Algumas risadas] As coisas estão cada vez piores!”

 

ADAMUS: Já ouvi o suficiente. Já ouvi. [Mais risadas]

 

ALAYA: “Como você fez isso? Ah, por favor, me diga.”

 

ADAMUS: Já ouvi o suficiente. Já ouvi sua história antes, milhares de histórias como a sua. Eu deixei ir tudo que não me pertencia. Estão vendo? Ela já está iluminada. [Algumas risadas]

 

ALAYA: Ahh!

 

ADAMUS: Ahh! E depois a pessoa sai sem ter ideia do que você falou. [Risadas] “Ahh! Que Mestre sábio. Não faço ideia do que ele disse, mas era um Mestre sábio.” Eu sei porque isso acontece comigo depois de cada shoud. [Adamus ri.] Foi engraçado.

 

ALAYA: “Então, o que pertence a você? [Mais risadas] O que é seu?”

 

ADAMUS: O que é seu? Isso, gafanhoto, é você que tem que descobrir. [Risadas] Ah, não, é sério. Digo, é verdade.

 

ALAYA: Não, tá, tudo bem.

 

ADAMUS: É você que tem que descobrir. E, depois, você deixa assim, deixa a pessoa com isso. Então, depois de uma semana, um mês ou o que for, a pessoa vai voltar e dizer: “Bem, eu fiquei realmente confuso com o que era meu e o que não era. E não é tudo meu?” E é quando você diz de novo: “Libere tudo que não lhe pertence.”

 

ALAYA: Eu cheguei perto. Cheguei perto. Deixar ir tudo...

 

ADAMUS: Tudo que não é seu.

 

ALAYA: ... que não é seu.

 

ADAMUS: É. E depois a pessoa vai ficar realmente confusa por um tempo sobre o que é dela ou não, mas isso é bom. As coisas meio que vão se agitar. A velha latrina da mente vai ficar trabalhando e confundindo as coisas um pouco. E, depois, a pessoa vai voltar e perguntar: “O que é meu e o que não é?”

 

ALAYA: Ha-ham.

 

ADAMUS: E você continua lembrando: “Isso é você quem decide.” E, depois, num dado momento, ela vai voltar e dizer: “Quer dizer que eu posso deixar ir as coisas ruins que eu fiz? Posso deixar ir a minha identidade? Posso deixar ir a minha família? Quer dizer que posso mesmo fazer isso?” E você diz: “Sim, quando você estiver pronto.”

 

ALAYA: Certo.

 

ADAMUS: “Quando você estiver pronto.”

 

ALAYA: Certo.

 

ADAMUS: Mas, sim, você usa algumas palavras e balança a cabeça como um Mestre. [Risadas] Hum.

 

ALAYA: Isso eu entendi.

 

ADAMUS: E faz aquela coisa com os olhos. [Mais risadas]

 

ALAYA: Sei.

 

ADAMUS: E depois você olha pra cima, como se estivesse constantemente em contato com as forças mais elevadas. “Ha-ham. [Mais risadas] Ha-ham.”

 

ALAYA: Humm. Gostei disso.

 

ADAMUS: Obrigado.

 

ALAYA: Ah, obrigada.

 

ADAMUS: Ha-ham.

 

ALAYA: Obrigada, Mestre Adamus.

 

ADAMUS: Sim. Ótimo. O que é a sua bond... Você escreveu essa? Ser um Standard. Standard.

 

LINDA: Está lá. Está lá.

 

ADAMUS: Ah, Ser um Standard. Deixar ir tudo. Ótimo.

 

LINDA: Vamos para...

 

ADAMUS: O que é a bondade em seu coração?

 

LINDA: Vamos para o chefe da berinjela da Transilvânia.

 

ADAMUS: Uou, uou, uou. [Algumas risadas]

 

HORATIU: Droga! [Mais risadas]

 

ADAMUS: Tem alho na receita?

 

HORATIU: Não.

 

ADAMUS: Ótimo. [Algumas risadas] Sim. Sim.

 

HORATIU: Então, hum...

 

ADAMUS: Nem cebola nem alho, pois estamos aqui proferindo palavras doces.

 

HORATIU: Não, não.

 

ADAMUS: Shakespeare. É, é.

 

HORATIU: Sou abençoado por vendê-la [a receita] com a energia da Transilvânia.

 

ADAMUS: Ah, ótimo, ótimo. O que é a sua bondade?

 

HORATIU: Percebi que eu inspiro as pessoas, especialmente as pessoas da minha idade.

 

ADAMUS: Sei.

 

HORATIU: Eu trabalho com escalada.

 

ADAMUS: Uh-huh.

 

HORATIU: Ultimamente, criei alguns equipamentos.

 

ADAMUS: Por que alguém faria escalada? Foi o que você disse? Escalada?

 

HORATIU: Foi. Escalada.

 

ADAMUS: Escalada.

 

HORATIU: Isso.

 

ADAMUS: Por que você escala?

 

HORATIU: Por nenhum motivo.

 

ADAMUS: É como o caminho espiritual. Você continua escalando e nunca realmente chega em lugar nenhum. Só... [Adamus ri.]

 

HORATIU: Acho que as pessoas tentam ascender, mas forçando a coisa.

 

ADAMUS: Sei. O que você ganha quando chega ao... É como aquele paredão que tenho visto, em que você sobe...

 

HORATIU: Ah, não. Existem muitos jogos do tipo “quero provar que posso”.

 

ADAMUS: Sei. Oh!

 

HORATIU: “Quero me testar. Quero me desafiar.” Tem tudo isso.

 

ADAMUS: Sei. Nossa, parece divertido. [Algumas risadas] O que você faz quando chega no topo ou no fim? Ganha um prêmio? Ganha...

 

HORATIU: Não.

 

ADAMUS: ... uma pizza?

 

HORATIU: Não.

 

ADAMUS: Uma boa garrafa de vinho? Alguma coisa?

 

HORATIU: Se a rota for difícil e você chega ao topo, você fica... “Arrhh!” Quando, enfim, você chega ao topo é assim: “Eu consegui! Venci o medo.”

 

ADAMUS: Sei.

 

HORATIU: Bom, é isso que se ganha.

 

ADAMUS: Sei. Bem, parece uma total perda de tempo e de energia. [Risadas] Não, estou falando sério. Não acha que é algo muito humano? Veja: “A vida já é dura o suficiente. Ei! Vamos colocar umas paredes falsas e escalá-las pra quando chegarmos ao topo, ficarmos: ‘Aarhh! Aarhh! Aarhh!’”

 

HORATIU: Bem, pode ser divertido.

 

ADAMUS: “Sou o máximo ou não sou? Aarhh! Aarhh!” Será que isso não é como a vida humana e a jornada espiritual? Vocês sabem que é muito simples. Não é preciso escalar paredes. Vocês não têm que fazer algo pela sua realização além de permitir, ser aquela existência que diz: “Certo, eu me abro. Eu permito.”

 

KERRI: Aqui está a salada de berinjela da Transilvânia.

 

ADAMUS: Ah, berinjela. Obrigado. Obrigado. [Ele cheira.] Tem certeza de que não tem alho aqui.

 

HORATIU: Não, não tem alho.

 

ADAMUS: Nenhum alho escondido.

 

HORATIU: Não.

 

ADAMUS: Vou comer daqui a pouco. Quero manter a linha de pensamento. Isso não é muito humano? “Vamos colocar uma parede pra tornar as coisas ainda mais difíceis.” Vejam, como ganhar algum tipo de ponto ou algo assim. Uou. E estamos fazendo justamente o oposto aqui. Estamos liberando isso tudo. Não há paredes a serem escaladas. Não há obstáculos a serem transpostos. Não há heróis na sala aqui, em termos da definição humana de herói. Não há heróis. O único herói seria aquele que deixaria ir tudo que não é dele. Mas, mesmo nessa hora, não há nada pelo qual se poderia bater no peito [com orgulho por ter conseguido].

 

HORATIU: Mas nem todos querem provar algo a si mesmos.

 

ADAMUS: Nem todos.

 

HORATIU: Alguns só se divertem.

 

ADAMUS: Se divertir. E isso parece divertido? Certo. [Linda se exalta com a atitude dele.] Vamos... Eu fui legal no mês passado. [Risadas] Neste mês, a coisa é um pouco diferente. Não tivemos nenhuma interação da plateia no mês passado. Estou recuperando o tempo perdido. Então, o que você diz? O que é a sua bondade?

 

HORATIU: Termino minha história ou...

 

ADAMUS: Eh, vá direto para a bondade.

 

HORATIU: Eu sou uma pessoa gentil e inspiro os outros.

 

ADAMUS: Sei. Ótimo. [Alguns aplausos, liderados pela Linda] Sim. Esse é um daqueles momentos “gatinho fofinho”. Todo mundo fica: “Aww!”

 

LINDA: Aww!

 

ADAMUS: “Aww.” Na, é ótimo.

 

HORATIU: É verdade.

 

ADAMUS: Sim, e é verdade.

 

HORATIU: E eu...

 

ADAMUS: Você é gentil e inspirador.

 

HORATIU: Eu inspiro as pessoas.

 

ADAMUS: Como você inspira as pessoas?

 

HORATIU: Bem, da última vez, um cara que passou por mim enquanto eu trabalhava, disse: “Ei, você quer um café? Vejo tanta compaixão nos seus olhos.”

 

ADAMUS: Sei.

 

HORATIU: E acontece que ele era um jovem Mestre.

 

ADAMUS: Oh.

 

HORATIU: Eu pude sentir isso nele.

 

ADAMUS: Sei, sei.

 

HORATIU: Então, ele ficou muito inspirado com as minhas palavras.

 

ADAMUS: Ótimo. E mais coisa desse tipo acontece na sua vida, em todas as suas vidas.

 

HORATIU: Sim, eu sinto isso e...

 

ADAMUS: É. Quem pagou pelo café?

 

HORATIU: Na verdade, ele me convidou pra ir ao trabalho dele. Ele é barista (profissional de café).

 

ADAMUS: Ah, certo. Ótimo. Ótimo. Obrigado. Então, ser gentil.

 

HORATIU: E...

 

ADAMUS: E inspirar as pessoas.

 

HORATIU: Sim.

 

ADAMUS: Ótimo. Próximo. O que é a sua bondade?

 

LINDA: Miss Texas. [Outra pessoa pergunta: “Qual de nós?”] Você levantou a mão primeiro.

 

ADAMUS: Pode se levantar pra que todo mundo veja você.

 

CAROLYN: Tudo bem.

 

ADAMUS: Oitenta e sete milhões de pessoas estão assistindo neste momento. [Ela ri.] Nas outras esferas.

 

CAROLYN: A minha [bondade], eu sinto, é a paz.

 

ADAMUS: A paz está no seu coração.

 

CAROLYN: A paz no meu coração.

 

ADAMUS: Sei.

 

CAROLYN: Tem uma coisa mais profunda aí. Mas, quando você fala de permitir, pra mim, permitir é o começo e o objetivo final é se entregar.

 

ADAMUS: Certo. E a paz está no seu coração. Isso no dia a dia?

 

CAROLYN: Não totalmente.

 

ADAMUS: Não totalmente. Certo.

 

CAROLYN: Mas está se infiltrando? Sim.

 

ADAMUS: Ótimo. Ótimo.

 

CAROLYN: Estou numa posição de...

 

ADAMUS: Defina paz, se puder.

 

CAROLYN: É receber o momento, aceitar o momento sem analisá-lo e reagir a ele numa posição de confiança.

 

ADAMUS: Eu diria que isso é graça. Você pode chamar do que quiser, mas eu chamaria de graça.

 

CAROLYN: É.

 

ADAMUS: Graça é permitir que as energias sirvam você, e isso cria uma paz dentro de você, porque você deixa de ter que lutar com tudo.

 

CAROLYN: Sim.

 

ADAMUS: Mas é estar na graça. É Ahmyo. É tudo que Ahmyo é. Você permite tanto e confia no Eu Sou, em si próprio, que deixa de lutar pelas coisas. Todas as batalhas se vão e você está simplesmente permitindo isso. Sim, há uma paz aí.

 

CAROLYN: Sim.

 

ADAMUS: Às vezes, é meio chato.

 

CAROLYN: Gratidão.

 

ADAMUS: Gratidão. Sim. Ótimo. Obrigado. Você entendeu? [Ele pergunta para a Henriette.] Ter paz. Sim, excelente.

 

LINDA: Certo, podemos parar bem aí.

 

ADAMUS: Mais dois. O que é a bondade em sua vida? Ooh! O rosto que eu vejo aí. Ah, a energia! [Algumas risadas] Vejam, uma coisa que eu asseguro a cada um de vocês é que vocês vão se tornar ótimos detectores de energia. Cada vez mais. E isso não vem da mente analítica. É um saber muito rápido. Vocês vão detectar ou sentir a energia. Não vão precisar entrar em transe. Sua projeção foi incrível. Muito forte.

 

TIFFANY: O que você sentiu?

 

ADAMUS: Ah, vou deixar que você responda à minha pergunta primeiro. [Algumas risadas] O que é a sua bondade?

 

TIFFANY: Bem...

 

ADAMUS: Não, eu vou dizer pra você. Eu senti muita ansiedade na sua vida, muita rigidez na sua vida, e você quer acabar com isso. E você ouve as palavras, mas ainda não está vivendo isso. E é como...

 

TIFFANY: Estou meio irritada com minha doçura, no momento.

 

ADAMUS: Sei, sei. E tudo bem. É.

 

TIFFANY: Estou. Não acho que eu quero... É como se eu não me sentisse compartilhando a minha doçura com ninguém agora.

 

ADAMUS: Você não tem que compartilhar. É, sim.

 

TIFFANY: É o que estou sentindo no momento.

 

ADAMUS: Sei. Que tal compartilhar consigo mesma? [Ela ri.] “Eh, dane-se você também.” Digo, é como... [Risadas] É como... Não, isso foi o que ela disse! Estou captando o que ela... Ela disse: “Ehh, nah. Só vou compartilhar isso comigo mesma.”

 

TIFFANY: Bem, eu senti no mês passado. Eu senti, mas estou aborrecida hoje, porque percebi, nesse mês que passou, que eu me doo para os outros o tempo todo.

 

ADAMUS: Por quê?

 

TIFFANY: Simplesmente, me doo. É só o que eu faço, e...

 

ADAMUS: Digo, vamos pegar... “É só o que eu faço.” Isso não entra mais nesta sala.

 

TIFFANY: Bem, acho que faz parte de se ter doçura. Sou uma artista e crio muita beleza em todos os lugares.

 

ADAMUS: Onde você desenvolveu a doçura? De onde isso veio?

 

TIFFANY: [suspirando] Acho que era só... O que eu imagino é que seja só um mecanismo para agradar as pessoas, honestamente.

 

ADAMUS: Sim, sim. Quem você está tentando agradar?

 

TIFFANY: Sim.

 

ADAMUS: Sim, não. Quem você está tentando agradar?

 

TIFFANY: Todo mundo, pra que gostem de mim.

 

ADAMUS: Não, lá atrás. Quem você está tentando agradar? Lá no início.

 

TIFFANY: Hum, não sei. Lá no início, tipo todo mundo.

 

ADAMUS: Sim.

 

TIFFANY: Sim.

 

ADAMUS: Mas o que eu quero dizer... digamos, aos dois, três anos de idade. Quem você está tentando agradar?

 

TIFFANY: A minha mãe.

 

ADAMUS: Tudo bem.

 

TIFFANY: É.

 

ADAMUS: É.

 

TIFFANY: Sim. Então, enfim. Então, ainda não acabei com o processo deste mês. Este shoud veio meio cedo.

 

ADAMUS: Sim.

 

TIFFANY: É. [Algumas risadas]

 

ADAMUS: É, sim.

 

TIFFANY: Me dê mais duas semanas...

 

ADAMUS: Veja, nós íamos atrasar...

 

TIFFANY: Mais duas semanas e vou ficar muito bem. É.

 

ADAMUS: Ah, você precisa de mais duas semanas. Tá, bem...

 

TIFFANY: É isso.

 

ADAMUS: ... o trem está andando muito rápido. [Ela ri.] Então, o que é a sua bondade?

 

TIFFANY: Eu sou uma artista. Eu crio beleza de muitas formas.

 

ADAMUS: Tudo bem.

 

TIFFANY: Em todo lugar. Eu vejo e eu crio.

 

ADAMUS: Ser artista.

 

TIFFANY: É.

 

ADAMUS: Ótimo. Qual foi sua mais recente criação?

 

TIFFANY: Mais recentemente, tenho feito muito estuque veneziano (técnica de pintura com gesso).

 

ADAMUS: Certo.

 

TIFFANY: É.

 

ADAMUS: Você gosta de fazer isso?

 

TIFFANY: Sim, eu adoro. E, tenho que dizer, eu adoro fazer isso. E, tenho que dizer [cutucando o Horatiu, sentado à frente dela], a coisa da escalada?

 

ADAMUS: Ha-ham.

 

TIFFANY: Amo aquilo.

 

ADAMUS: É sério?

 

TIFFANY: Mas quer saber por que eu amo? Porque eu adoro a condição física do meu corpo, ser muito forte.

 

ADAMUS: Claro.

 

TIFFANY: E o estuque veneziano é a mesma coisa.

 

ADAMUS: Ah, ótimo.

 

TIFFANY: Então, eu queria defender a coisa da escalada, porque é divertido.

 

ADAMUS: Defenda o dia todo!

 

TIFFANY: Sim, porque é divertido.

 

ADAMUS: Tá. [Algumas risadas]

 

TIFFANY: Veja, não é como aquela coisa de ficar sentado lá num banco de praça sem estar no seu corpo.

 

ADAMUS: Mas vou interromper...

 

TIFFANY: Trata-se de estar no seu físico e estar...

 

ADAMUS: Não, mas vou interromper esta discussão ridícula agora mesmo. É algo humano demais. Linear demais. Existem muitas outras formas de receber uma tremenda satisfação sensual no corpo, mas vocês não estão vendo isso. E estou falando com todos vocês. É assim: “Bem, aqui está a realidade. Estou num corpo físico. Vou escalar paredes ou fazer estuque veneziano.” Vocês não estão vendo o que está aí, e é toda a questão da discussão de hoje. Vocês exercem atração, mas, se só ficam nesse espectro estreito, só vão atrair uma certa energia. Existem montanhas lindas. Vocês podem sobrevoá-las. Podem voar por cima delas. Por que escalá-las?

 

HORATIU: Eu faço isso.

 

ADAMUS: Ótimo. Mas você não disso isso. É.

 

HORATIU: Bem, você não me deixou continuar com a história.

 

ADAMUS: Ah, ah, ah! [Risadas] Sim, sim! Tá. [Alguns aplausos] Você está certo, porque temos uma quantidade limitada de tempo percebido aqui, e os Shaumbra, às vezes, tendem a contar histórias muito longas e detalhadas. Mas, minha colocação aqui, é que existem muitas outras alternativas. Vamos tratar disso daqui a pouco.

 

TIFFANY: Eu vou permitir isso. Sim.

 

ADAMUS: Certo, ótimo.

 

TIFFANY: Estou aberta a isso, com certeza.

 

ADAMUS: Então, o que é a sua bondade? Você é criativa. A sua beleza criativa. Ter beleza criativa.

 

TIFFANY: Hum...

 

ADAMUS: Beleza criativa.

 

TIFFANY: Sim. Sim.

 

ADAMUS: Ótimo. E, a propósito, Cauldre está me dizendo pra lembrar a todos que foi você que fez a parede de estuque veneziano do Clube dos Mestres. Ótimo. Foi uma grande criação. Ótimo. [Aplausos da plateia]

 

O que é a sua bondade? O que é a sua bondade?

 

LINDA: Não tenha medo. [Linda ri e alguém diz: “Tenha muito medo.” Outros riem..]

 

MULHER SHAUMBRA 1: Oi.

 

ADAMUS: Oi.

 

MULHER SHAUMBRA 1: Acho que minha bondade é que... Eu sei o que você vai dizer, mas eu sirvo as pessoas. Eu trabalho com assistência.

 

ADAMUS: Ha-ham. Ótimo.

 

MULHER SHAUMBRA 1: Então, eu passo meus dias servindo pessoas. Eu tenho um filho que está com três anos e meio.

 

ADAMUS: Adorável.

 

MULHER SHAUMBRA 1: E parte do meu trabalho é ajudar as pessoas que estão fazendo a transição para o outro mundo. Então...

 

ADAMUS: Sei. Como você as ajuda?

 

MULHER SHAUMBRA 1: Hã?

 

ADAMUS: Como você as ajuda?

 

MULHER SHAUMBRA 1: Oh, com seus afazeres diários. Muitas pessoas não gostam de ajudar os outros com isso. [Ela ri.] As crianças e as pessoas mais velhas.

 

ADAMUS: Você está ajudando energeticamente, tipo: “Tudo bem partir. Está tudo bem.”?

 

MULHER SHAUMBRA 1: Sim, e, de fato, é que a coisa toda é que, enquanto faço isso, eu mantenho um espaço, energeticamente.

 

ADAMUS: Certo.

 

MULHER SHAUMBRA 1: E aprendo a estar presente, manter meu espaço, manter a energia do permitir pra que as outras pessoas possam ter suas experiências e tudo bem.

 

ADAMUS: Então, você serve as pessoas.

 

MULHER SHAUMBRA 1: Isso.

 

ADAMUS: Essa é a bondade em seu coração.

 

MULHER SHAUMBRA 1: Isso.

 

ADAMUS: Ótimo.

 

MULHER SHAUMBRA 1: E também estou tentando ser mais criativa. Então, acho que...

 

ADAMUS: “Tentando ser” – você não tenta ser criativa.

 

MULHER SHAUMBRA 1: Estou me permitindo passar mais tempo sendo criativa.

 

ADAMUS: É assim, veja: “Vou pensar numa forma de ser feliz.” A coisa simplesmente não acontece. “Vou tentar ser mais criativa.” Você não consegue. Por quê? Porque você já é, por natureza.

 

MULHER SHAUMBRA 1: Certo.

 

ADAMUS: Então, é permitir que o que já está aí se manifeste.

 

MULHER SHAUMBRA 1: Certo. Tá. Arranjar tempo para a criatividade.

 

ADAMUS: Sim, isso. Então, no seu coração: servir as pessoas.

 

MULHER SHAUMBRA 1: Isso.

 

ADAMUS: Obrigado. Obrigado. Mais dois.

 

LINDA: Certo.

 

ADAMUS: Acho que estão começando a captar a essência da coisa.

 

LINDA: Esteban, da Argentina, eu acho que tem uma resposta. [Esteban ri.]

 

ADAMUS: Bem-vindo.

 

ESTEBAN: Obrigado.

 

ADAMUS: É.

 

ESTEBAN: Humm, uhh, eu não sei. [Henriette escreve no quadro ENS (Eu Não Sei) e desenha uma carinha triste ao lado.]

 

LINDA: Ohhh! [A plateia faz “Ohhhh!”] Ohhhh! Oh, minha nossa! Oh, minha nossa!

 

ADAMUS: Oh! Oh! Ohh!

 

LINDA: Ohhh!

 

ESTEBAN: Todos os meus amigos...

 

ADAMUS: Oh! Oh!

 

ESTEBAN: Todos os meus amigos estão rindo...

 

ADAMUS: É. Eles estão rindo agora mesmo!

 

LINDA: Ohhh!

 

ESTEBAN: Sim. Eles estão me vendo aqui.

 

ADAMUS: Porque eles sabem pra onde você vai agora.

 

ESTEBAN: Sim. Meus amigos estão todos me vendo ao vivo.

 

ADAMUS: Certo, certo. E eles estão realmente rindo com o que vai acontecer agora. Linda, pode voltar e pegar o microfone. [Mais risadas] E você vai passar 60 segundos no banheiro das mulheres. [Muitas risadas]

 

LINDA: Ohhhh!

 

ADAMUS: Não, você tem que ficar lá de pé.

 

LINDA: Diga que não. Basta dizer não!

 

ADAMUS: Não, você tem que ir. Tem que ir. [Alguém diz: “Ele queria vivenciar isso.”]

 

ESTEBAN: E se eu não for?

 

ADAMUS: Bem, você vai descobrir do jeito difícil. [Mais risadas]

 

ESTEBAN: Qual é o jeito difícil?

 

ADAMUS: Não vou lhe dizer. Você tem sua escolha: 60 segundos no banheiro das mulheres pelas palavras que nunca devem ser proferidas aqui ou ver o que acontece depois. Você vai dirigir hoje?

 

ESTEBAN: Não, não vou.

 

ADAMUS: Você não dirige. Digo, vai pegar um carro, mesmo que seja dirigido por outra pessoa?

 

ESTEBAN: Sim.

 

ADAMUS: Tudo bem.

 

LINDA: Uh-oh.

 

ADAMUS: Não, só estou perguntando.

 

LINDA: Uh-oh.

 

ADAMUS: Só estou perguntando. Ou 60 segundos no banheiro.

 

LINDA: Vá. Vá logo. Eu levo o microfone de novo pra você.

 

ADAMUS: Pode ir lá. Sim, vamos afirmar uma coisa aqui.

 

LINDA: Está limpo. Está limpo.

 

ADAMUS: Não podemos...

 

LINDA: No das mulheres! No das mulheres!

 

ADAMUS: Não podemos...

 

LINDA: No das mulheres!

 

ADAMUS: Não podemos tolerar mais esse negócio de “eu não sei”.

 

LINDA: No das mulheres! [Ela assegure que ele entre na porta certa.] Certo, tudo bem.

 

ADAMUS: É por isso que estou afirmando isso. Não podemos tolerar, porque vocês sabem. Isso é que é pior. Vocês sabem. Vocês sabem e é por isso que afirmo isso. Não é ser abusivo – só um pouquinho, mas não muito. É um lembrete constante. Vocês se ouvem dizendo essas palavras pra si mesmos: “Bem, eu não sei.” Vocês sabem, sim. Vamos nos livrar dessas velhas maneiras e vamos chegar ao fim, hoje, afirmando que vocês atraem energias. Vocês se sentam aqui e dizem: “Eu não sei.” O que acham que acontece? Vocês atraem essa energia – indecisão, mediocridade, apatia, acomodação enquanto espera que o trem apareça.

 

Você pode voltar agora. Ele está fascinado lá. Está olhando tudo em volta. [Mais risadas] Está sentindo a energia. Tudo bem. Chega. Não queremos criar novos vícios. Saia. Saia. Obrigado. [Aplausos da plateia]

 

LINDA: Você sobreviveu! Você sobreviveu! Você sobreviveu!

 

ADAMUS: E seus amigos estão realmente rindo agora. [Mais risadas] Sim, sim, é! Ele continua olhando para a TV, como se ele fosse vê-los lá. [Risadas] Então, o que é a sua bondade?

 

LINDA: Respire fundo.

 

ESTEBAN: Sim, respirar fundo.

 

LINDA: Quer um lenço de papel?

 

ESTEBAN: Não diga as palavras mágicas que vão transportá-lo para o banheiro de novo.

 

ADAMUS: Isso mesmo. [Esteban ri.] O que é a sua bondade?

 

ESTEBAN: Eu emano, tipo, alegria.

 

ADAMUS: Certo. Irradiar alegria, transmitir alegria.

 

ESTEBAN: Sim. Sim.

 

ADAMUS: Não é makyo. Estou sentindo isso.

 

ESTEBAN: É.

 

ADAMUS: Você está constantemente irradiando alegria.

 

ESTEBAN: Sim.

 

ADAMUS: Ótimo. ótimo.

 

ESTEBAN: Eu sinto que a vida é fácil e é como...

 

ADAMUS: O que você faz pra viver?

 

ESTEBAN: Sou fotógrafo.

 

ADAMUS: Fotógrafo. Ah, que bom. Ótimo.

 

LINDA: Uau.

 

ADAMUS: E você gosta disso?

 

ESTEBAN: Sim. Na verdade, nesta viagem que estou fazendo aos Estados Unidos, estou percebendo que o que acontece é que, de fato... ser fotógrafo é só uma pequena parte do que eu gosto de fazer, que é falar com as pessoas e dizer coisas para as pessoas.

 

ADAMUS: Sei, sei. Interagir com as pessoas.

 

ESTEBAN: Sim, isso. Estou começando a escrever e estou me sentindo, tipo, super bom como escritor. Assim: “O que você está escrevendo?” Não sei, o que vier. Eu simplesmente deixo a coisa fluir...

 

ADAMUS: Então, você está constantemente irradiando alegria. Isso é bom.

 

ESTEBAN: É.

 

ADAMUS: Certo, excelente. E obrigado. É só isso por enquanto.

 

LINDA: Ah, você não quer mais uma pessoa?

 

ADAMUS: Tudo bem. Mais uma.

 

LINDA: Vamos lá. Precisamos de um Shaumbra sênior. Alguém que esteja aqui há um bom tempo, um bom tempo.

 

ADAMUS: Um Shaumbra sênior? Se fosse eu, eu não ia gostar. Uma Mestra Shaumbra sábia.

 

SHEA: É a primeira vez em 18 anos que ela me entrega o microfone.

 

ADAMUS: Primeira vez?

 

SHEA: Primeira vez.

 

ADAMUS: Uau. Uau.

 

SHEA: É.

 

LINDA: Milagres nunca deixam de acontecer.

 

SHEA: Uma coisa: se você deixa ir, se você diz às pessoas pra deixarem ir, elas enlouquecem.

 

ADAMUS: Enlouquecem. Você consegue deixar as coisas irem.

 

SHEA: O que você também pode dizer é: “Deixe ir. Se for pra voltar pra você, vai voltar.” E, aí, elas recebem bem melhor a coisa.

 

ADAMUS: Sim, mas depois vão querer levar a melhor em cima de você. Vão dizer: “Por que deixar ir? Vou é segurar isso, porque...” [Adamus ri.]

 

SHEA: Não.

 

ADAMUS: É.

 

SHEA: Elas deixam ir.

 

ADAMUS: Tá.

 

SHEA: Quando há... não sei. Simplesmente funciona.

 

ADAMUS: Então, o que é a bondade em seu coração?

 

SHEA: Entender e escutar incondicionalmente.

 

ADAMUS: Escutar. Ótimo. Ótimo. Quem você escuta?

 

SHEA: Eu mesma, na maior parte das vezes, mas as pessoas... estranhos chegam e começam a falar comigo e a me contar toda a história de vida deles. E está tudo bem.

 

ADAMUS: Sei. Já sentiu se eles roubam energia? Você fica aborrecida e enjoada com as histórias deles? [Algumas risadas]

 

SHEA: Provavelmente com algumas, mas não todas.

 

ADAMUS: E sem querer interromper você...

 

SHEA: Posso lhe afirmar isso.

 

ADAMUS: ... mas os humanos, de fato, não são muito bons contadores de histórias. A coisa se prolonga...

 

SHEA: Ah, sim.

 

ADAMUS: E são lineares. “Quando eu tinha dois anos...” E é tipo... onde isso vai dar? [Algumas risadas.]

 

SHEA: É.

 

ADAMUS: Se vão contar histórias, aprendam a começar pelo final, depois voltem e façam um resume bem rápido. É. Vão direto ao ponto.

 

SHEA: Mas eu não entendo...

 

ADAMUS: É. Só por curiosidade, por que você as escuta, afinal?

 

SHEA: É só uma coisa que sempre aconteceu em toda a minha vida.

 

ADAMUS: Sei.

 

SHEA: E...

 

ADAMUS: Eh! Vamos parar agora mesmo. Parou. Para tudo. Certo. Junto com o “eu não sei” está a frase – e você não sabia disso –, mas está a frase: “Essa é a forma como sempre fiz.” Vamos acabar com isso.

 

SHEA: Ótimo.

 

ADAMUS: Digo, vamos acabar com essas palavras, porque são idiotas. “Essa é a forma como sempre fiz.” Isso não funciona mais nesta turma ou onde vocês estiverem.

 

SHEA: Ótimo.

 

ADAMUS: Então, ótimo, ótimo. Obrigado por, com isso, chamar nossa atenção.

 

SHEA: Acho que era pra ser.

 

ADAMUS: Com certeza. [Algumas risadas] Sim, com certeza. Obrigada. Ótimo. [Alguém diz: “É o seu destino.”] É o seu desti... Isso. Era pra você levantar essa questão. [Eca!] Certo. [Mais risadas]

 

 

Resposta de Adamus

 

Agora, eu fiz a pergunta: “O que está em seu coração?” Tivemos muitas respostas boas, muitas respostas diferentes, diversas, mas vou resumir tudo aqui. Vou destilar a coisa. Eis um exemplo de destilar. Temos muitas coisas, ouvimos muitas palavras. Vamos ser sucintos ou destilar a essência de todas elas. Temos paz e graça. Temos escutar os outros. Temos servir pessoas, inspirar pessoas, irradiar alegria, todas coisas boas. Mas vou destilar isso com uma única palavra muito simples: Compaixão.

 

Cada um de vocês tem uma tremenda compaixão pelos humanos, por muitas razões diferentes. Alguns porque estão aqui desde o início – ajudaram a criar toda esta coisa. Outros porque tiveram tantas existências que entendem as alegrias, a beleza, as desgraças e a tristeza, enfim, os dramas da vida humana, mas ainda assim adoram a vida humana. A vida humana é simplesmente incrível quando a gente olha de fora. Quando se está preso nela, não é tão incrível assim. Mas, se vocês olharem de fora, ela é incrível.

 

Vocês todos estão em serviço há muitas existências, seja trabalhando em hospitais ou cuidados médicos, seja – no passado – como padres ou freiras que escutavam, que eram realmente bons em escutar os outros. Na verdade, eles sempre acabavam adormecendo, mas ninguém realmente sabe disso. [Algumas risadas] Eles desenvolveram a técnica de escutar. Seja por terem tido amores imensos na vida – amor pelos filhos, companheiros e outros –, vocês, Shaumbra, todos vocês têm uma tremenda compaixão. É isso que está no coração de vocês. Não importa o que digam, mas quase todos que pegaram o microfone diriam isso. É compaixão. É apreço, reconhecimento pelos outros, servindo-os, estando com eles, cuidando deles. Nenhum de vocês quer machucar ninguém. Na realidade, talvez vocês tendam sempre para o outro lado. Vocês todos ainda tentam salvar todo mundo. E vocês estão lentamente aprendendo que isso simplesmente não pode ser feito ou não deve ser feito.

 

Mas há compaixão em seu coração. O lado humano de vocês tem uma compaixão que não pode ser encontrada em nenhum outro lugar de toda a criação. Nenhum outro lugar. E eu sei que, às vezes, vocês pensam: “Bem, alguns seres por aí afora devem ser seres repletos de arco-íris, de amor e tudo mais.” Não mesmo. Não é bem assim, porque nenhum deles teve a jornada ou tem o coração do humano como vocês.

 

Sua compaixão está muito acima do que chamariam de norma humana. E não estou querendo bajular ninguém aqui. Mas vocês têm um amor enorme pela humanidade e uma compaixão pelos humanos, e, às vezes, bem, na verdade, na maior parte do tempo, vocês negam a si próprios esse mesmo serviço, essa mesma alegria, essa mesma paz ou o que for. Vocês negam a si próprios excessivamente. E eu digo excessivamente, porque o que vocês realmente fazem ao se segurarem, ao negarem a si próprios essa mesma compaixão, é que vocês não vão – foi o primeiro comentário – ser Standards. E imaginem-se um instante como verdadeiros Mestres encarnados, Standards. Agora, tragam o coração do humano e imaginem um instante o que isso pode fazer por este planeta ou pela Nova Terra. Imaginem essa compaixão, voltada para si próprios e, depois, irradiando para os outros, sendo compartilhada com eles, muitas vezes sem qualquer palavra ou serviço físico, mas sendo simplesmente compartilhada com eles. Imaginem o que isso faria pela humanidade. Sem trabalharem duro dia após dia, tentando escutar os problemas deles ou cuidar das necessidades físicas deles, mas sendo Standards. É a compaixão que está no coração de vocês.

 

 

Compaixão

 

Agora, continuem comigo aqui – ou voltem depois e escutem isto –, mas o que é compaixão? O que é compaixão? Falamos sobre isso, particularmente em alguns de nossos encontros onde nos aprofundamos mais nas coisas, como no Keahak ou no Threshold. A compaixão vem da alma, vem do Eu Sou. A compaixão, a alegria de ser. Não da realização de alguma coisa, não de se chegar de ponto A ao ponto B, mas simplesmente da alegria de ser. Essa é a emoção da alma, do Eu Sou. Ela não precisa escalar montanhas. Não tem que realizar grandes tarefas ou alcançar grandes realizações. A compaixão da alma – se puderem sentir – é simplesmente ser. “Eu Existo. Eu Sou o que Sou.” Uooo! Isso é uma compaixão tremenda, é uma emoção, uma alegria e todas essas outras coisas. “Eu Sou o que Sou!” É a compaixão ou a paixão da alma.

 

Me acompanhem aqui, agora. Essa paixão, essa compaixão da alma é a coisa que cria ou que manifesta energia. Energia é compaixão condensada. O que está no seu coração é compaixão. Amor, compaixão, como queiram chamar, admiração pelos outros – isso é energia. Vocês exercem atração. Vocês atraem energia.

 

Mas, quando o coração está coberto de dúvida, de medo, de remorso, quando o coração simplesmente não é capaz de brilhar por causa de culpa e vergonha, que são questões enormes pra todos vocês, quando o coração está coberto, essa energia, essa atração não funciona muito bem. Passa a ter um grande filtro aí. Quando vocês se abrem, quando vocês se permitem ter essa mesma compaixão por si próprios, assim como têm pelos outros, quando vocês se dão esse mesmo amor que têm pela humanidade, de repente tudo muda. Tudo muda.

 

Esse é um ponto muito importante. Acho que diriam que é um tipo de física, essa compaixão que vocês têm. Quando eu falo do coração do humano, essa compaixão é a coisa que traz a energia e que cria a sua realidade. Então, estamos dando um passo ousado aqui ao dizer, agora, que vamos abrir o coração. Vamos trazer essa mesma compaixão, que está profundamente assentada dentro de cada um de vocês. Vamos trazê-la para a sua realidade, a realidade humana, e observar como as energias mudam e como a forma da realidade realmente muda. Sem qualquer esforço. Sem escalar montanhas, a menos que vocês queiram escalar montanhas. Não estou implicando com esse negócio de escalar montanhas. Só não entendo, quando há tantas outras maneiras de se vivenciar a sensualidade da vida. Mas isso pra mim.

 

Assim, agora, vamos respirar fundo. Lembrem-se de que vocês atraem energia. Vocês trazem energia constantemente, um fluxo de energia. Vocês são seres compassivos. Está em seu coração, bem mais do que na maioria dos outros humanos. Realmente está. Do contrário, vocês não estariam aqui.

 

Agora, sintam as dinâmicas, enquanto abrem o coração. Se não acontecer mais nada, simplesmente, compartilhem isso com o Mestre, que entra com a sabedoria. Abram o coração para o Mestre. E vejam como as dinâmicas energéticas começam a mudar. O cérebro não entra aí, porque vocês não têm que pensar nisso. Não há qualquer esforço nisso aí.

 

 

Foco

 

Agora, vamos mudar de assunto mais um pouquinho. Em seguida, eu gostaria de mostrar uma imagem na tela e também que todos a observassem. E reduzam as luzes, por favor.

 

Eu gostaria que olhassem fixamente para a imagem. E, não, não vou tentar hipnotizar vocês. [Algumas risadas]

 

 

[Pausa, enquanto a imagem fica sendo mostrada na tela.]

 

Realmente cria um carma ruim, como vocês dizem, esse negócio de hipnotizar os outros, particularmente, por razões de poder. Olhem fixamente para isto um instante.

 

[Pausa longa]

 

Certo. Aumentem as luzes, por favor. Tirem a imagem da tela. Linda segue com o microfone. O que vocês vivenciaram? O que sentiram? Qual foi a sua experiência com isso?

 

LINDA: Certo.

 

MULHER SHAUMBRA 2: Bem, eu vi círculos e fatias.

 

ADAMUS: Ha-ham. Sim. Mas o que você sentiu? Eu sei o que estava lá, mas...

 

MULHER SHAUMBRA 2: Ah, tipo uma...

 

ADAMUS: Microfone perto da boca, por favor.

 

MULHER SHAUMBRA 2: Tipo uma paz.

 

ADAMUS: Uma paz.

 

MULHER SHAUMBRA 2: Eu sei paz.

 

ADAMUS: Certo. Certo, paz. Próximo. O que vocês vivenciaram com essa imagem na tela?

 

STEPHANIE: Eu vivenciei uma espécie de quebra.

 

ADAMUS: Quebra.

 

STEPHANIE: Isso.

 

ADAMUS: Tá.

 

STEPHANIE: É.

 

ADAMUS: As coisas pareciam quebradas. Tudo bem.

 

STEPHANIE: Ha-ham.

 

ADAMUS: Interessante. O que você vivenciou com isso?

 

ANDY: Pareceu muito confuso pra mim.

 

ADAMUS: Confuso.

 

ANDY: Sim.

 

ADAMUS: Certo. Mais duas pessoas.

 

MULHER SHAUMBRA 3: Pude meio que ver dois caminhos diferentes. E eu tinha uma escolha.

 

ADAMUS: Ha-ham. Tá.

 

MULHER SHAUMBRA 3: Um era como um padrão, literalmente. E o outro era um movimento.

 

ADAMUS: Movimento.

 

MULHER SHAUMBRA 3: Às vezes, meu cérebro via um movimento.

 

ADAMUS: Exatamente. Ótimo. Mais alguém. O que você vivenciou?

 

EDITH: Vivenciei mais ou menos a mesma coisa que Stephanie vivenciou. Eram só muitos quadrados, que pareciam se mover, com longos braços, e assim por diante.

 

ADAMUS: Ótimo. Tudo bem. Agora, vamos reduzir as luzes novamente e colocar a imagem de volta na tela. Este é um padrão hipnótico clássico que não estamos usando pra hipnotizar ninguém. Reduzam as luzes, por favor, e mostrem a imagem na Internet.

 

Certo. Vocês olham pra isto e, se fixarem a visão, vão começar a ver um movimento. É natural. O cérebro não sabe como ler todos os padrões específicos que foram desenhados, então, ele não sabe muito bem como lê-los, então, ele começa a ver um movimento e, muitas vezes, um movimento vindo na sua direção. Às vezes, parece que está vindo até vocês.

 

 

[Pausa]

 

Quando vocês olham fixamente pra isto, às vezes, também sentem uma desorientação. Vocês ficam desorientados com o entorno em que vocês estão no momento, quando vocês olham fixamente. Isso tem um efeito hipnótico. E, quando continuam olhando fixamente por um período de tempo, vocês começam a se sentir presos lá. Vocês são puxados lá pra dentro.

 

[Pausa]

 

A mente é muito padronizada no modo de pensar, de interpretar a luz, o som, os estímulos sensoriais. Ela é muito padronizada. E, agora, a mente está, na verdade, criando padrões, criando imagens que não estão necessariamente lá. Mas o tempo todo a mente, com a atenção presa aí, é puxada pra dentro disso.

 

Acendam as luzes de novo, por favor.

 

Este é um exemplo do sentido do Foco. E usei esta determinada imagem hoje basicamente para explicar o que acontece, de um modo simbólico, o que acontece quando vocês vêm pra esta realidade. Quando vocês chegam ao planeta Terra, quando assumem um corpo físico, vocês entram no espaço e no tempo. Isso não é diferente de um padrão deste tipo. Vocês ficam presos aí. São sugados pra dentro disso aí. Isso prende a atenção. Tem uma forma de hipnotizar vocês, puxar vocês.

 

O corpo, pra alguns de vocês, e a mente, começam a se sentir meio desorientados aqui, porque vocês estão saindo de um outro estado de realidade. Vocês estão saindo de uma outra forma de perceber a realidade. Vocês estão ficando focados aí e isso faz com que o corpo e mente meio que se ajustem, se adaptem a isso. É por isso que vocês têm uma sensação de desorientação. E, então, quando param de olhar para a imagem, vocês tentam voltar para o entorno familiar. Mas o entorno familiar, bem aqui, não é nada além de um padrão de atenção em que vocês se prenderam. Vocês estão presos nele, ou jogam dentro dele, ou como queiram chamar, desde que vieram ao planeta pela primeira vez, e então se acostumaram com ele.

 

E passam a dizer: “Mas é assim que é. Não questionamos isso. Sempre foi feito dessa forma. Tenho que respirar porque, bem, é ridículo... a gente tem que respirar.” Na verdade, não tem. Mas, se vocês acreditam que têm, se acreditam que precisam comer comida, beber água, então, é exatamente o que vocês vão atrair pra sua vida, e essa é a forma como a sua realidade será construída.

 

Quando entram fundo no sentido do Foco, vocês farão de tudo pra validarem o sentido do Foco. A única coisa que muda a imagem aqui é alguém entrar no saber, no que Tobias chamava de Fruto da Rosa, e achar a saída. Alguém entrar no saber de que existe algo mais, e dizer: “Eu sei que estou preso aqui dentro...” Coloquem de volta a imagem e a deixem aí por um tempo. Alguém dizer: “Eu sei que estou preso aqui e minha mente analisa e diz que esta coisa é preta e branca, é circular, tem linhas.” Vocês podem seguir indefinidamente tentando descrever a física da imagem, e não importa. Vocês ainda estarão na imagem. Vocês ainda estarão no foco. Vocês ainda estarão nessa realidade. E é muito difícil ver qualquer coisa fora dessa realidade.

 

Então, quando a mente pondera tudo, desde a criatividade até as soluções para velhos problemas e o que acontecerá depois na sua vida e como vocês vão viver, tudo está sendo feito a partir daqui de dentro [apontando para a imagem], esquecendo-se de que há muito mais coisa. Está tudo focado aqui, em vez de se perceber que há muito mais coisa aí fora.

 

A mente tem a tendência de tentar analisar e, basicamente, justificar a existência de estar nesse padrão hipnótico ou, neste caso, na realidade humana. Nada de errado com a realidade humana, mas ela é muito, muito limitada. É por isso que vocês estão aqui. Vocês basicamente disseram: “Existe um saber que transcende esta realidade em que estou preso. Existe um saber de que tem que ter algo mais, além de preto e branco que cria um determinado tipo de realidade. Tem que ter mais coisa.” Já dissemos antes. Foi isso que trouxe vocês até aqui. É isso que está deixando vocês malucos com a vida humana diária. Mas, mesmo assim, a mente ainda tenta racionalizar esse foco, essa realidade. Ele vai tentar criar uma saída. E, se vocês realmente olharem aí [na imagem], ela meio que fica seguindo indefinidamente. Imaginem um instante agora que isso é a realidade e que esse é o seu caminho espiritual, seguindo por esse túnel aí [na imagem]. Ele segue infinitamente. É sempre mais da mesma coisa. Algo tem que mudar.

 

Eu falei mais ou menos isso na história da Terra do Azul no Memoirs of the Master (Memórias de um Mestre). Na história da Terra do Azul, eu disse originalmente que havia uma comunidade, uma vila, e eles tinham todas as cores. Tinham vermelho, amarelo, rosa, violeta e todas as cores que vocês puderem imaginar, até as que não estão sequer no espectro humano. Eles tinham todas essas cores, mas adoravam o azul. Adoravam o azul. Eles adoravam o azul e essa cor passou a ser a mais admirada e venerada.

 

O azul trouxe mais dinheiro para o mercado. Se uma coisa fosse azul, as pessoas davam mais dinheiro por ela. Ah, era uma reverência e tanto pelo azul. Não sei por que razão, mas era assim. Talvez fosse um foco no azul. Mas, logo, tudo na realidade deles começou a ficar azul. A cor da pele deles começou a ficar azul. As roupas eram azuis. As casas eram azuis. O céu, é claro, era azul. O chão ficou azul. Era tudo em diferentes tons de azul e nuances de azul, então, dava pra distinguir os objetos uns dos outros. Mas tudo era azul. O dinheiro deles era azul, escreviam sobre o azul, tudo era azul, porque eles tinham entrado num enfoque hipnótico, talvez baseado no amor ou na sensualidade do azul – quem sabe? –, mas rapidamente tudo virou só azul. Só havia isso. Todas as outras cores foram esquecidas. Não escreviam mais sobre elas. Ninguém escrevia dizendo: “Costumava existir o amarelo. Costumava existir o vermelho.” Tudo era azul.

 

Mas, então, havia alguns indivíduos que sabiam que existia mais que isso. Eles simplesmente sabiam, e tentavam descrever para os outros como era. Tentavam dizer: “Mas existe mais do que o azul.” Mas eles não conseguiam. Não conseguiam encontrar as palavras, porque o vocabulário era só sobre o azul. Não existiam palavras para o amarelo. Não existiam ouvidos que ouvisse o amarelo, o vermelho ou qualquer outra cor. Então, eles ficaram frustrados. Ficaram repletos de ansiedade. Eles sabiam que havia mais, mas, bem, então, começaram a pensar que estavam loucos. Talvez estivessem inventando isso. Talvez devessem se contentar com o pão azul, a pizza azul, a bola de futebol azul, com tudo azul. Eles tentaram voltar para o azul, mas algo incomodava lá dentro deles. Algo dizia: “Eu preferiria morrer, em vez de continuar nesta existência azul.”

 

E, quando eles disseram isso, as coisas começaram a se abrir. E essa é a história de vocês, meus amigos. É a história de vocês. É isso que vocês estão dizendo: “Estamos num foco.” E o azul aqui poderia ser o espaço ou o tempo. O azul poderia ser a dualidade. O azul poderia ser qualquer coisa, mas uma coisa limitada. Não é tudo que existe por aí. Existe bem mais do que isto. E... isto está bem, mas existe muito mais.

 

Vamos respirar fundo agora.

 

Foco – um sentido, uma forma de perceber a realidade, um belo sentido. Podemos tirar isso agora [a imagem]. É incrível. O foco é, na verdade, um dos sentidos mais mágicos de todos. Ele pega vocês. E ele se torna tão concentrado, tão azul, que é difícil sair dele. O clássico... eu ia dizer erro... o clássico equívoco é que vocês tentam sair do azul usando o azul, e não funciona. Vocês têm que “Altear” a sua realidade.

 

 

Realidade Alt

 

Alt. Vocês todos têm essa tecla nos seus computadores. Alt – que significa diferente. Significa uma mudança. Significa “chega de azul”. Então, o que vamos fazer aqui, hoje, é ativar... Não gosto de ativações. Digamos que vamos lembrar da tecla Alt. Cauldre certamente entendeu errado. [Risadas da plateia] Vamos lembrar que a tecla Alt já está dentro de vocês. A Realidade Alt.

 

Quando olharem para a vida, para está à frente de vocês, quando os humanos perguntarem o que trará o amanhã e do que se trata esse negócio de mestria e iluminação, e tudo mais, vocês ainda estarão pensando no sentido do Foco, na limitação. É por isso que não gosto quando alguém diz que não sabe ou que essa é a forma como algo sempre foi feito. Vamos eliminar esse “modo como sempre foi feito”, porque é apenas uma outra forma de o padrão hipnótico capturar vocês. “Bem, estou só hipnotizado. Estou no foco. E, claro, o dia tem 24 horas.” Não, não tem. Tem uma Realidade Alt em que o dia não tem 24 horas, em que o dia não tem horas, em que o tempo não existe. E não é noutro lugar, é bem aqui, mas vocês não viam isso, porque vocês estavam muito focados na tela.

 

Não é um jogo mental. A mente não consegue jogar no lugar pra onde estamos indo, não por enquanto. A mente não consegue controlar isso. A mente não tem domínio nem poder sobre isso. A mente, de fato, vai trabalhar contra isso por um curto período de tempo, até aprender a se adaptar à Realidade Alt.

 

Esta realidade [aqui] é uma realidade de foco profundo, mas vocês já sabem que há muito mais coisa. Vocês chegam a ficar constrangidos de falar nisso, porque vocês sabiam como explicar a física para os outros. Vocês ficavam se perguntando se estavam inventando isso ou se estávamos todos ficando malucos aqui. Eu posso lhes dizer, meus queridos amigos, que existem Realidades Alt, e elas estão aqui. Não estão noutro lugar; estão bem aqui. Só precisamos apertar a tecla da Realidade Alt. E, por mais simples que pareça, também há um certo desafio.

 

Será que vocês estão realmente prontos pra sair do velho Foco? Será que vocês estão realmente prontos pra sentir algo que pode trazer muita indisposição para o corpo, porque ele não está acostumado às Realidades Alt. Ele está acostumado ao Foco. E a mente... vocês vão se perguntar, às vezes, se vocês vão perder a cabeça. Será que vocês estão realmente prontos pra apertarem a tecla da Realidade Alt, uma realidade diferente? E eu sei que a resposta é sim, mas já vou dizendo que isso vai exigir que vocês permitam em grande quantidade, porque vocês apertam essa tecla Alt e, de repente, as coisas realmente deixam de ter qualquer sentido. Mas, ainda assim, elas farão mais “sentido”, como dizem, na percepção da realidade, do que qualquer coisa anterior.

 

Vou explicar de um modo um pouco diferente. A realidade não é nada mais do que uma experiência dentro de um determinado espectro de energia e consciência, que costuma ser ditado pelas crenças. Por exemplo, no planeta, há duas crenças principais sobre como vocês chegaram aqui e pra onde vocês vão. Há duas crenças principais sobre a condição humana. Uma é a da evolução, de Darwin, que era um cara maluco, de certa forma. [Risadas] Ele realmente era. Brilhante, mas maluco. Darwin, o evolucionismo, tudo evoluindo das algas, sendo só uma questão de evolução. Vocês eram macacos. Vocês evoluíram de um acidente biológico, talvez. Tudo meio que evoluiu.

 

Agora, Darwin e as teorias da evolução não falam realmente sobre como essa alga surgiu, como os primeiros micróbios, os organismos ou o que fossem surgiram. Pularam esse fato e foram direto para a evolução. E a outra vertente é a do criacionismo. Deus criou vocês, criou Adão e Eva, colocou eles num jardim, criou todos vocês, que agora são pecadores e tiveram que vir para a Terra.

 

Esses são os dois pontos de vista principais sobre como vocês chegaram aqui e também, mais ou menos, de pra onde vocês estão indo. Na religião ou no criacionismo, é através da redenção, juntando as mãos, ficando de joelhos, implorando por perdão ou sofrendo seu carma, pra voltar para a graça de Deus. Nem sequer faz sentido, mas existem cerca de 4,7 bilhões de pessoas no planeta que acreditam nisso, até determinado ponto ou outro. Não faz qualquer sentido, mas é um jogo divertido. Essas são as duas principais escolas de pensamento sobre como vocês surgiram.

 

Vamos respirar fundo agora.

 

Não estou dizendo que uma ou outra esteja certa ou errada. Na verdade, ambas são verdadeiras a seu próprio modo. Mas vamos apertar a tecla Alt agora.

 

Como chegamos aqui e pra onde estamos indo? Vamos fazer algo totalmente diferente ou sentir algo totalmente diferente do criacionismo ou da progressão evolucionária. Vamos fazer algo diferente.

 

Respirem fundo. Alt, diferente. Não é nem sequer um pensamento. A tecla Alt não está conectada ao cérebro. Ela não está conectada ao cérebro; está conectada à sabedoria do Mestre e ao coração do humano. Apertem a tecla Alt.

 

Linda, com o microfone. Aumentem as luzes.

 

Como chegamos aqui? E pra onde estamos indo? Qual é a nova teoria da criação? E, por favor, eu suplico a vocês que não digam “eu não sei”. Se vocês acharem que não sabem, inventem qualquer coisa e vão perceber qual era realmente a verdade. Por favor.

 

JOHN: A consciência disse: “Eu quero ter experiências.”

 

ADAMUS: Excelente.

 

JOHN: E assim foi.

 

ADAMUS: E assim foi. Eu não poderia ter dito melhor. A consciência disse: “Eu queria criar. Eu quero ter experiências.” E assim foi. Não precisamos passar o microfone pra mais ninguém. Obrigado. [Aplausos da plateia]

 

Agora, a ciência estando no Foco, estando nesse gráfico hipnotizador, a ciência diz: “Mas isso não está certo. Eu posso provar a vocês bem aqui que essas coisas aconteceram. Há evidências científicas, enquanto vocês ficam aí com essa baboseira nova era.” E os criacionistas diriam: “Ah, vocês vão enfurecer Deus e vão pro inferno. Vocês têm que se arrepender. Vocês são pagãos.” Então, vão argumentar pra lá e pra cá, mas você [John] está absolutamente certo. É a criação.

 

A criação não precisa evoluir. Ela pode acontecer, depois voltar e dar uma olhada: “Bem, como isso aconteceu?” Quais são as muitas maneiras possíveis de isso ter acontecido? Então, a consciência – vapt! – simplesmente cria assim e, depois, cria toda uma história detalhada sobre como vocês chegaram aqui, que pode ou não ser verdadeira. Foi simplesmente uma experiência, mas é assim. A consciência escolheu criar e, portanto, estamos aqui. Com certeza.

 

Assim, meus amigos, esse foi um exemplo das escolas de pensamento – escolas de pensamento da consciência de massa – que provavelmente estão corretas até certo ponto, porque vocês podem voltar cientificamente e examinar como as coisas evoluíram, até certo ponto. Vocês também podem acompanhar a teoria do criacionismo de que Deus, de repente, balançou as mãos e tudo estava lá. É como a consciência, só que dando crédito a outro.

 

Tudo que vocês fizerem daqui pra frente, parem e apertem a tecla da Realidade Alt. Existem muitas formas diferentes de olhar para a realidade, muitas formas diferentes de se criar.

 

Agora, vamos dar um passo além com isso. Em sua vida humana diária, vocês têm questões, problemas – talvez problema com dinheiro, talvez problema pra decidir o que farão em seguida na vida, talvez um problema de relacionamento, o que for, de autoestima ou qualquer coisa – e sua mente tem uma determinada forma de pensar sobre isso. A mente está nesse padrão que mostramos antes, nesse padrão hipnotizador, e a mente fica dando voltas. Vamos colocar a imagem de novo, um instante. A mente fica dando voltas infinitamente e entra nesse padrão ao buscar uma solução pra, digamos, um problema de relacionamento que vocês tenham. “Será que vocês ficam ou não com a pessoa que é sua companheira? Quais são as consequências? Quais são as implicações financeiras? Será que a pessoa vai ficar triste? Será que ela vai ameaçar se suicidar ou realmente se suicidar? Será que ela vai dizer coisas ruins sobre vocês pra outras pessoas, porque ela conhece todos os seus podres e péssimos hábitos?”

 

Então, vejam, de repente, vocês estão nessa questão, nesse foco hipnotizador, nesse foco mental, tentando resolver o problema de relacionamento, resolver o que fazer. Vocês ficam pra lá e pra cá com isso. Vão ficando mais infelizes a cada dia. Não suportam a pessoa com quem estão vivendo, mas não ousam dizer a ela que não a amam mais. Vocês se perguntam o que fazer, o que fazer, o que fazer. É quando vocês param, respiram fundo e apertam a tecla Alt, e acabam com esse inferno.

 

Veja, o Alt não está conectado ao cérebro. O Alt não entra no padrão hipnotizador nem no Foco. O Alt abre todo um novo nível de soluções pra vocês, não importa qual seja. Grandes questões, pequenas questões, qualquer coisa. Qualquer coisa na sua vida.

 

Se estão passando por algum desafio no momento, tipo o que vão fazer na vida agora... Vocês querem esta coisa, a mestria encarnada, mas vocês sabem que o trabalho que fazem não serve mais pra vocês. Vocês não estão chegando a lugar nenhum com ele, mas vocês precisam pagar as contas. Daí, vocês voltam para o padrão aqui. E ficam tentando entender: “Como eu largo esse trabalho? Como eu saio dessa situação? Como eu tenho dinheiro suficiente pra ser um Mestre encarnado, voar de primeira classe, ter uma casa legal?” Coisas que vocês merecem e vocês sabem que vocês merecem, mas a mente volta pra cá, para o Foco, pra dentro de si buscando uma resposta. Então, o que vocês fazem? Vocês dizem: “Bem, virá pra mim um dia.” Vocês acabam entrando mais fundo nesse padrão, porque não virá pra vocês um dia. Vocês só vão entrar mais fundo aí. Vocês podem esquecer o problema por um tempinho, mas não vão resolvê-lo. E, repito, vocês tentam resolver um problema ou uma questão na vida usando as velhas ferramentas, estando no Foco e usando a mente, que tem uma capacidade muito limitada, muitíssimo limitada. A mente não pensa fora de si mesma. Ela não consegue. Então, ela está sempre sondando e buscando dentro de si as respostas. E adivinhem o quê? As respostas não estão lá. E essa é a boa notícia!

 

Como sair da mente? Vocês apertam a tecla da Realidade Alt. E, então, verdadeiramente param de pensar. Vão dar uma volta. Vão escalar uma montanha, se é o que querem. Façam um bolo, comam bolinhos do Mestre, o que for. [Algumas risadas] Vocês simplesmente passam pela experiência energética de teclar a Realidade Alt e, depois, saem do seu caminho.

 

As respostas virão até vocês, talvez não naquele momento, mas as respostas virão e serão tão diferentes do que a mente poderia ter pensado que, de início, vocês pensarão que estão ficando malucos. Vocês duvidarão das respostas. Não serão respostas como um texto escrito nem nada disso. Virão na forma de um saber, um sentimento: “Ahh, certo.” E chegarão em vocês como uma grande e linda onda que simplesmente estará lá. Mas, então, a mente humana, esse pedaço de titica, vai começar a tentar absorver a coisa, tentar sugar a beleza, a graça, a expansividade incrível da nova solução. Vai tentar sugar pra dentro disso aí [a imagem ou o Foco]. É quando vocês voltam e apertam a Realidade Alt. “Uh-uh, uh-uh. Nós não vamos pra lá. Nós vamos para a Realidade Alt.”

 

De início, a mente, a mente humana realmente não vai entender nada. Vocês vão tentar colocar em palavras e será quase indefinível. Vocês vão tentar fazer uma análise racional das novas soluções na sua vida, e não será congruente com o modo como a mente opera. Vejam, neste diagrama aqui, a mente é incestuosa e está sempre comendo a si mesma. A mente está sempre se comendo, mas é infinita, então, ela fica se comendo indefinidamente. Ela está sempre dentro dela mesma. Nós vamos para a Realidade Alt, para soluções totalmente diferentes.

 

Vocês podem usar isso pra qualquer coisa na vida. Não é mágica; é consciência. É consciência e isso é que exerce atração. A consciência tirará vocês disto aqui [a imagem do Foco], porque, fora daí, toda esta parede, toda a sala, todo o prédio, tudo é simplesmente consciência. A consciência é a coisa que vai permitir que vocês... que vai levar vocês pra dentro de realidades alternativas, e não realidades humanas. Vocês sabem disso. Vocês têm séries de ficção científica na TV e elas mostram formas diferentes de realidade humana, mas ainda no corpo humano, ainda na mente humana, ainda com ações humanas e todo o resto. É só uma estranheza a mais. Isto é muito diferente. Não é apenas um humano Alt, é uma verdadeira Realidade Alt. É muito diferente.

 

Assim, vamos respirar bem fundo e, começando a partir de agora, vocês têm essa... podem chamar de ferramenta que sempre esteve aí – vocês só estão voltando a percebê-la – da Realidade Alt. Ela é... vamos chamá-la de tecla, ou um botão. É um dispositivo dentro de vocês que não está conectado à mente e que fornecerá visões totalmente diferentes, aquilo que ouvimos aqui, hoje. Cientistas e líderes religiosos argumentam há centenas ou até milhares de anos sobre como surgimos. E numa única declaração, simples e direta, o irmão John disse: “Ei, é simplesmente a consciência sendo criativa e basta ela querer que estamos todos aqui.” De fato, essa é a verdade. A ciência vai levar um tempo pra descobrir isso; as religiões nunca vão aceitar isso. Mas essa é a verdade. Sem a consciência, não há nada. Sem a consciência, vocês podem criar realidades como esta. Sem a consciência, vocês podem criar o sentido do Foco, que prende vocês numa realidade como esta. Com a consciência, vocês podem criar qualquer realidade que quiserem, mas não através do cérebro. Não vem da força de vontade. Não vem do poder. Nem chega a usar energia.

 

Não existe qualquer energia na criação. E a maioria das pessoas equipara a criação com uma enorme quantidade de energia. A verdadeira criação, a verdadeira consciência não tem uma partícula sequer de energia. Só mais tarde, pode-se dizer, quando a criação nasce dentro do criador, que são vocês, é que a compaixão ou a paixão se manifesta pra trazer a energia pra fazer a coisa acontecer. E é por isso que eu digo pra olharem seu coração. Olhem o que está no seu coração. Vocês têm palavras diferentes pra descrever isso, como vimos antes, mas, essencialmente, é compaixão. Agora, tragam ela pra si mesmos. Tragam ela pra sua vida. E, de repente, tudo muda – com graça, facilidade e sem esforço.

 

 

Merabh da Realidade Alt

 

Vamos respirar bem fundo. E colocar uma música e integrar tudo isso. Foi muita conversa, muita distração hoje, mas vamos integrar tudo isso em nosso merabh.

 

[A música começa.]

 

Então, agora, chegou o momento para a sabedoria do Mestre. O Mestre apareceu porque vocês permitiram.

 

[Pausa]

 

Nenhuma dessas outras existências do Eu Sou permitiu tanto, mas vocês permitiram, e agora a sabedoria aparece.

 

[Pausa]

 

E ouso dizer que vocês se esqueceram do verdadeiro coração do humano. Vocês estão muito ocupados tentando superar as feridas e os desafios. Muito ocupados lutando e se esforçando, derrubando moinhos, travando batalhas que não precisam mais ser travadas. O tempo todo se esquecendo da tremenda compaixão em seu coração.

 

[Pausa]

 

Se há uma coisa pela qual vocês serão reconhecidos por toda a eternidade, parabenizados quando, enfim, deixarem o corpo humano e forem para o outro lado é a sua compaixão pelos outros. É como uma faixa colorida que vocês usarão, em todos os tempos, no que chamariam de campo energético. Ela nunca sumirá.

 

Quando vocês se aproximarem de outros seres, dos seres angélicos nas outras esferas, eles imediatamente verão essa faixa em vocês.

 

Essa faixa colorida, a compaixão que vocês tinham pelos outros, é uma marca definitiva de vocês.

 

Quero que comecem a observar as outras pessoas e os diversos graus de compaixão que elas têm. Algumas têm pouquíssima compaixão. Outras, não mais do que a de um animal que vaga pela floresta. Há diversos graus de compaixão, mas nenhuma no grau da que vocês têm. E o seu coração foi endurecendo ao longo das existências, talvez por causa dessa tremenda compaixão, e de como devem ter tirado vantagem de vocês. Mas, vejam, esses dias se foram. Há muito tempo. Ninguém pode ferir nem prejudicar vocês, de nenhum jeito.

 

[Pausa]

 

Reconhecer que vocês são seres de consciência, que a consciência é como... Bem, é o grande criador, mas não consome qualquer energia. Consciência é como um sonho, como uma paixão... uma imaginação do que pode ser criado, do que pode ser vivenciado. E, depois, isso traz a energia pra manifestar qualquer coisa, mas não só por caminhos físicos. Isso traz energia pra manifestar realidades.

 

Vejam, mesmo enquanto estou falando com vocês agora, vocês estão aqui, na esfera física, no espaço e no tempo, mas a sua consciência está imaginando, está sonhando e está criando experiências histórias, experiências, muito sensuais que nem mesmo estão aqui nesta realidade física. Vocês têm vislumbres delas, de vez em quando, no estado de sonho.

 

Chegamos neste ponto em que é hora de ir além dessa matrix, desse padrão hipnótico da mente e da vida diária. Então, voltamos pra esse ponto e permitimos a tecla da Realidade Alt. Ela sempre esteve aí. Não é nova. Só estava meio encoberta, meio escondida.

 

Ela está verdadeiramente no seu ser, essa tecla da Realidade Alt. Não é nada que vocês precisem se esforçar pra ter. Pode-se dizer que ela é sua por direito, mas é um direito do seu criador ter a Realidade Alt, ir além da dualidade, ir além das velhas respostas as questões da sua vida.

 

É de uso livre, não está conectada ao cérebro e nenhuma outra pessoa pode usá-la, só vocês mesmos. Reconhecendo essa tecla, permitindo essa tecla, vocês perceberão que, se ficarem presos, basta apertá-la. Surgirão diferentes soluções, diferentes perspectivas, diferentes realidades, que, sim, podem se misturar a esta realidade. Sim, podem. Não precisa ser uma ou outra. É um E. Vocês não ficam limitados a uma única realidade, nem mesmo a duas.

 

Se a mente vai ser detonada? Bem, vai, sim. Mas é algo muito real e é o resultado da consciência. O engraçado é que nós não estamos criando nada novo aqui. Estamos simplesmente saindo do Foco muito limitado. É tudo que estamos fazendo. Estamos saindo desse padrão que foi mostrado na tela.

 

Essa Realidade Alt Reality pode ser usada em tudo na sua vida. E lembre-se que não há mãos de anjos nisso. Não é o seu Eu Superior que está fazendo isso. São vocês – vocês e a sabedoria do Mestre.

 

Isso pode ser usado para uma questão pequena, se quiserem comprar um carro novo, uma casa nova. Pode ser usado para questões humanas maiores – “O que devo fazer com o meu trabalho?” Pode ser usado para grandes questões na sua vida – “Como eu faço pra me libertar? Como eu permito a minha iluminação encarnada? Como me torno saudável e abundante?”

 

Mas existem dizeres com letras miúdas na tecla da Realidade Alt. Não é muita coisa, mas é o suficiente pra que devamos reconhecer aqui.

 

Uma coisa é que isso não vai ser o que vocês pensam, o que o humano pensa que será. Liberem as expectativas logo de cara. Não serão outras soluções humanas. Serão de outro mundo. Serão soluções de outras esferas, mas esferas que sempre estiveram aí.

 

Segunda coisa, vai ter um aviso lá: “Não use para os outros. É apenas para seu uso pessoal.” Não usem para os outros, porque, daí, vocês estarão destruindo a compaixão do seu coração. Vejam, a verdadeira compaixão é permitir que todas as pessoas tenham suas experiências, honrando tudo com relação a elas, pessoas e experiências. Sem tentar mudá-las. Sem tentar mudar o mundo, mas honrando o mundo. Talvez seja uma das lições mais difíceis para qualquer anjo e para anjos humanos como vocês.

 

Não tentem mudar o mundo. Usem a tecla da Realidade Alt para vocês, para a sua vida. Ela acabará afetando os outros, quando vocês se tornarem Standards. O que falamos antes sobre a bondade no seu coração, sobre ser aquele Standard brilhante, ah, vai mudar tudo. Mas acontecerá sem palavras, sem poder, sem esforço. Mudará as pessoas próximas a vocês – seus filhos, seus entes queridos. Mudará sua comunidade.

 

Mas não usem a tecla da Realidade Alt para eles. É somente para vocês – pra mudar a sua realidade, pra mudar o modo como vocês estão criando.

 

[Pausa]

 

A consciência cria, sem usar qualquer energia. É só na manifestação que a energia é trazida pra criar as belas ilusões de realidade.

 

A consciência é o grande criador, e não requer qualquer energia.

 

[Pausa]

 

E lembrem-se de que vocês atraem energia. Vocês são o outro lado da equação, o outro lado da equação da consciência. Vocês estão na ponta pra onde a energia flui. Vocês são os receptores, aqueles que são presenteados com as energias.

 

Vocês são como ímãs, mas, se estiverem limitados pela mente, pelas suas crenças, se estiverem limitados por essa imagem hipnótica de realidade, vocês só vão atrair energia limitada dentro de um espectro limitado, com soluções limitadas.

 

Imaginem por um instante que não haja limites. Que existam Realidades Alt. São muitas e muitas realidades diferentes que estão aqui. Usem meu exemplo: não há apenas o evolucionismo; não há apenas o criacionismo. Há o “consciencionismo”. [Adamus ri.]

 

Existem tantas realidades diferentes...

 

Imaginem por um instante, agora, uma vez que vocês estão exercendo essa atração e são aqueles que recebem as dádivas da energia, como isso muda com as Realidades Alternativas.

 

[Pausa]

 

Assim, vamos trazer essa tecla da Realidade Alt para a total percepção.

 

Respirem fundo.

 

Ela está lá a seu dispor. Não tenham medo dela. Ela está lá pra vocês a experimentarem. Só não a usem para os outros.

 

[Pausa]

 

O que vocês devem levar deste dia é que existem muitas soluções diferentes e... Eu vou simplificar ao máximo aqui, mas vou dizer que, tipicamente, vocês tentam usar duas soluções diferentes, duas abordagens diferentes, quando um problema surge – a abordagem A e a abordagem B – e todas elas têm como base essa mesma imagem hipnotizadora. Em outras palavras, as limitações da mente. E, como foi dito mais cedo na sala, hoje, bem, é como sempre foi feito. Mas vocês são pioneiros da consciência. Vamos fazer diferente. Vamos pegar a Realidade Alt e nos abrir.

 

Respirem bem fundo, meus caros amigos. Respirem bem fundo.

 

Até nós nos encontrarmos novamente no mês que vem, ou em algum momento até lá, lembrem, enquanto estiverem aqui na Terra como Mestres encarnados, que tudo está bem em toda a criação.

 

Obrigado. Obrigado. [Aplausos da plateia]

 

LINDA: E assim é. Com isso, peço a vocês que continuem mais um pouco com essa respiração e permitam que esta experiência se integre. Que vocês a sintam realmente e a levem para suas vidas. Que não fique só aqui neste momento, mas que vá para suas vidas. Agradecemos Geoffrey Hoppe por canalizar Adamus Saint Germain. Ele consome uma energia enorme nesse trabalho. Obrigada a todos vocês por escutarem, por participarem, por assistirem, por estarem aqui, interagindo com Adamus. Voltaremos no dia 9 de dezembro, um sábado depois do que costuma ser. Em 9 de dezembro. Esperamos vê-los lá, então. Muito obrigada. [...] Obrigada. Obrigada a nossa equipe, nossa plateia, vocês que estão acompanhando. Esperamos vê-los em breve. Obrigada.

 

Tradução de Inês Fernandes – mariainesfernandes@globo.com